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	<title>Arquivos Clube de assinatura - Blog</title>
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	<description>Plataforma de e-commerce</description>
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	<title>Arquivos Clube de assinatura - Blog</title>
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		<title>Avaliação de clientes: 5 aspectos essenciais sobre o indicador</title>
		<link>https://conteudo.traycorp.com.br/avaliacao-de-clientes-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tray Corp]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 May 2021 19:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de assinatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se um negócio online deseja crescer de forma sustentável e promover cada vez mais a captação de clientes, ele deve observar continuamente os seus indicadores. É por meio da medição...</p>
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<!-- End Google Tag Manager (noscript) --><p>Se um negócio online deseja crescer de forma sustentável e promover cada vez mais a <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/captacao-de-clientes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">captação de clientes</a>, ele deve observar continuamente os seus indicadores. É por meio da medição que se consegue estabelecer correlações entre dados, bem como os pontos a melhorar da empresa.</p>
<p>É sob essa perspectiva que a avaliação de clientes consiste em um indicador fundamental, no sentido de informar a essa companhia se os consumidores estão satisfeitos, ou não, com os produtos ou serviços ofertados.</p>
<p>Ao longo deste artigo, apresentaremos alguns desses indicadores e como eles devem ser interpretados. Continue a leitura e entenda melhor de que maneira essas métricas podem ajudar o seu negócio a vender cada vez mais.</p>
<h2>1. O que é o indicador de avaliação de clientes?</h2>
<p>Basicamente, a função de um indicador é apresentar os resultados das estratégias adotadas por um e-commerce, no tocante ao nível de satisfação dos consumidores da empresa. Vale ressaltar que existem inúmeras métricas a serem avaliadas, cabendo a cada gestor ter o pleno conhecimento daquelas que serão mais relevantes para a sua realidade de negócio.</p>
<p>Para isso, é preciso tomar como base o <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/planejamento-estrategico-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">planejamento estratégico</a> da companhia. Nesse documento estão todas as informações que darão o norte ao gestor, sendo que até companhias do mesmo setor podem ter indicadores diferentes. Em outras palavras, ter a empresa “na mão” é essencial para fazer esse tipo de seleção. De modo a se planejar bem, também é necessário estar atento a todas as <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/tendencias-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tendências de e-commerce</a>.</p>
<p>Dentre os principais indicadores existentes, é possível citar:</p>
<ul>
<li>TMA — Tempo Médio de Atendimento;</li>
<li>TME — Tempo Médio de Espera;</li>
<li>NPS — Net Promoter Score;</li>
<li>taxa de conversão de clientes.</li>
</ul>
<h2>2. Como é feito o seu cálculo?</h2>
<p>Também é de grande importância saber a fórmula adotada para se chegar aos números apresentados nos indicadores. Nesse sentido, o cálculo das métricas citadas há pouco é feita da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>TMA: tempo total de atendimento / quantidade de ligações feitas para a equipe;</li>
<li>TME: tempo total de atendimento / quantidade de ligações concluídas;</li>
<li>NPS: número de promotores/número total de respostas &#8211; número de detratores/número total de respostas;</li>
<li>taxa de conversão: quantidade de pessoas que compram da empresa / total de atendimentos.</li>
</ul>
<h2>3. O que define uma boa avaliação?</h2>
<p>Existem muitos elementos que podem impactar a avaliação dos clientes. Atualmente, as pessoas têm muito mais acesso à informação, permitindo a elas pesquisar bastante na hora de comprar um produto ou contratar um serviço. É sob essa perspectiva que uma empresa bem posicionada e com uma estratégia bem estabelecida consegue se destacar em meio a tantas opções disponíveis.</p>
<p>Mais do que posicionamento e estratégia, o que influencia a boa avaliação dos consumidores são fatores de natureza subjetiva, como o valor agregado ao produto ou serviço para o cliente. Muitas das vezes, o melhor preço não significa que a pessoa vai recomendar o seu negócio aos amigos.</p>
<h3>Experiência do cliente</h3>
<p>Se não existe uma boa qualidade no atendimento, dificilmente o consumidor ficará satisfeito, mesmo que os preços estejam menores que os da concorrência. Além disso, é preciso monitorar todas as etapas da jornada de compra, desde a primeira visita ao blog ou e-commerce até a decisão final de compra. O <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/customer-experience/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">customer experience</a>, ou experiência do cliente, deve ser uma prioridade dentro da estratégia do comércio eletrônico.</p>
<h2>4. Como interpretar esse indicador?</h2>
<p>Com base nos indicadores que foram apresentados, mostraremos como interpretar cada um deles nas subseções, a seguir.</p>
<h3>TMA e TME</h3>
<p>Quando o tempo médio de atendimento está alto, é um sinal de que o cliente pode estar insatisfeito. Para reduzir esse indicador, é possível recorrer a vários procedimentos. Um deles é o treinamento e a capacitação da equipe responsável, no sentido de desenvolver nela as habilidades e expertises necessárias para ser mais eficiente no contato com o público.</p>
<p>O outro é por meio de chatbots — caixas de diálogo automatizadas e que podem ser configuradas para esclarecer as dúvidas mais recorrentes dos consumidores. Essa é uma solução que passou a ser amplamente utilizada por diversos sites e e-commerces na Internet.</p>
<p>Assim como o TMA, O TME também não deve ser alto. Aqui vale uma ressalva: a equipe deve procurar um ponto de equilíbrio, no sentido de não tornar esses indicadores ineficientes. Se o TMA e o TME estiverem muito baixos, por exemplo, pode ser um sinal de que os atendentes não estão dando a atenção devida ao consumidor. Logo, é preciso acompanhar de perto a equipe e evitar essas situações de caráter extremo.</p>
<h3>NPS</h3>
<p>No caso do NPS, os promotores (nota entre 9 e 10) são aqueles que recomendam a empresa para outras pessoas. Já os detratores (nota entre 0 e 6) são os que podem falar mal do negócio e, até mesmo, manchar a sua reputação. Existem ainda os neutros (nota entre 7 e 8) que não reclamam e nem indicam a empresa.</p>
<p>Para o cálculo, deve-se perguntar ao cliente o quanto ele recomendaria a empresa, em uma escala de 0 a 10. Embora essa classificação seja variável com o ramo do negócio, existe uma escala de NPS que é amplamente adotada e apresenta os seguintes valores:</p>
<ul>
<li>excelente — entre 75% e 100%;</li>
<li>muito bom — entre 50% e 74%;</li>
<li>razoável — entre 0% e 49%;</li>
<li>ruim — entre -100% e -1%.</li>
</ul>
<p>Como foi possível perceber, o NPS pode assumir valores negativos, apontando para uma quantidade de detratores maior do que a de promotores. Se esse indicador estiver baixo, é preciso investigar quais fatores contribuem para isso, de modo que ações corretivas possam reverter essa situação.</p>
<h3>Taxa de conversão</h3>
<p>A taxa de conversão é um reflexo de todas as ações de marketing, vendas e atendimento praticadas por um e-commerce. Se a base de clientes do seu negócio é grande, por exemplo, verifique cuidadosamente qual é o percentual de pessoas que compram, seja de forma direta, seja percorrendo todas as etapas do funil de vendas.</p>
<p>Da mesma forma que o NPS, se a taxa de conversão estiver baixa, é preciso averiguar o que está acontecendo e tomar ações corretivas. Uma <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/politica-de-privacidade-para-e-commerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">política de privacidade</a> transparente também é um componente que, de forma indireta, influencia a preferência do consumidor pelo seu negócio.</p>
<h2>5. Como fazer a avaliação corretamente?</h2>
<p>Sem uma ferramenta tecnológica adequada, é impossível coletar os dados do negócio, de modo a serem refletidos nos indicadores. É preciso procurar por uma solução que forneça relatórios capazes de nortear os gestores sobre o nível de satisfação da empresa. Além disso, a expertise dos colaboradores que lidam com esses indicadores é fundamental, no sentido de obter inferências, de fato, condizentes ao planejamento estratégico da companhia.</p>
<p>Os indicadores relacionados à avaliação de clientes devem ser sempre monitorados. Como foi visto, é por meio deles que se sabe o quão os consumidores estão satisfeitos ou insatisfeitos. Entre as muitas métricas existentes, é preciso escolher as que fazem mais sentido dentro do negócio, a fim de evitar o acompanhamento de dados que tenham pouca ou nenhuma relação com o planejamento estratégico traçado pelo e-commerce.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Plataforma de e-commerce B2B: o que avaliar para escolher a ideal?</title>
		<link>https://conteudo.traycorp.com.br/plataforma-de-e-commerce-b2b-o-que-avaliar-para-escolher-a-ideal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Zambrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 19:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de assinatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na venda online para empresas, é preciso contar com uma plataforma de e-commerce B2B capaz de atender às demandas desse mercado. Saiba mais!</p>
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		<p>As operações comerciais entre empresas são fundamentalmente distintas dos negócios realizados entre organização e consumidor final. À parte das questões burocráticas e legais, o modelo de plataforma B2B também é diferente em relação ao comércio eletrônico tradicional.</p>
<p>Políticas comerciais, formas de pagamento, contabilidade e tipo de navegação utilizado no site são algumas das principais diferenças do modelo de e-commerce e do processo de venda.</p>
<p>Neste artigo, você vai entender o que distingue as plataformas B2B e como escolher a melhor para o seu negócio. Acompanhe!</p>
<h2>B2B x B2C: entenda as principais diferenças</h2>
<p>Os modelos B2B e B2C no e-commerce se diferem em questões significativas. Assim, as relações de negócio nas duas modalidades não devem ser abordadas de forma igual.</p>
<p>No modelo B2B (business to business), as vendas acontecem entre duas ou mais empresas distintas. A que realiza a compra usa a mercadoria para fins comerciais, revenda ou transformação. Já no B2C (business to consumer), o negócio é entre a empresa e o consumidor final e o propósito é, em geral, para uso particular.</p>
<p>Ao montar o plano de negócios do seu e-commerce B2B, você deve considerar como primeira opção uma plataforma específica para esse tipo de empreendimento. Muitos empresários são tentados a cair no erro de achar que qualquer plataforma serve para operar vendas, tanto para consumidores finais quanto para outras empresas.</p>
<p>Mas não é bem assim que funciona, já que o processo de venda online entre empresas é bem diferente daquele tem como foco os consumidores finais. Além disso, o mercado do e-commerce B2B tem se destacado mais. Segundo uma pesquisa feita pela <a href="http://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2018/05/e-commerce-b2b-tem-espaco-para-crescer-no-brasil.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Forrest Research</a>, o valor das negociações online B2B superaram as B2C em até 3 vezes.</p>
<p>O único ponto em comum de ambos os modelos é a composição em dois ambientes: o front-end, que consiste no design e estrutura de navegação do site — a parte que fica visível para o cliente — e o back-end, em que são processadas as operações. Embora possa haver pequenas diferenças, a essência dessas funcionalidades é bastante parecida.</p>
<p>Já outros aspectos como contato com os clientes, definição dos preços, regras para pedidos mínimos, condições de pagamento, aprovação cadastral, logística e tributos são aspectos que diferem os dois modelos.</p>
<p>Veja abaixo cada um desses itens e entenda a diferença entre os e-commerces B2B e B2C. A partir dessas distinções, você conhecerá o que deve ser avaliado para <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/como-escolher-a-melhor-plataforma-de-e-commerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">escolher a plataforma ideal</a> de vendas para empresas.</p>
<h3>Clientes</h3>
<p>No comércio B2C, cada consumidor é único, ou seja, tem demandas de quantidades específicas para períodos determinados, bem como condições de pagamento negociadas diretamente com a loja.</p>
<p>O relacionamento, portanto, também tem particularidades. No B2C é necessário interagir, prospectar e ampliar a base de clientes via e-mail e redes sociais, com foco no perfil e comportamento.</p>
<p>Já no <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/estrategia-de-marketing-de-relacionamento-b2b/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">relacionamento B2B</a> o contato se dá por intermédio de <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/representante-comercial-ecommerce-b2b/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">representantes comerciais</a> e vendedores. Cada cliente tem uma demanda particular em relação aos valores, impostos, produtos, volumes e formas de pagamento.</p>
<p>Além disso, eles contam com um grau diferente de relacionamento com a empresa, o que dá acesso a vantagens e melhores condições à medida que essa conexão se estende.</p>
<p>Sendo assim, uma boa plataforma B2B precisa oferecer alternativas de segmentação nesse sentido. No entanto, vale lembrar que, mesmo online, as vendas precisam de um atendimento humanizado, sobretudo as que demandam alguma negociação.</p>
<h3>Preços</h3>
<p>Parte considerável das vendas B2B ainda são feitas no modelo de atacado, em ue os pedidos são feitos em grandes volumes e com determinada frequência, o que permite um maior poder de barganha. Mas não é assim tão simples.</p>
<p>Como em um segmento B2B os preços variam de acordo com o cliente (ao contrário do B2C), muitos e-commerces não costumam exibir preços na página. No entanto, é essencial existir uma segmentação justa.</p>
<p>Nesse momento, a tabela de preços é uma forma de garantir isso. Os valores são associados aos perfis de cada consumidor, sendo mais simples estruturar e determinar o valor da compra e uma possível redução do valor para o comprador.</p>
<h3>Pedidos mínimos</h3>
<p>Quando um consumidor acessa a loja de sua preferência com intenção de consumir, ele coloca 2 ou 3 produtos diferentes no carrinho e fecha a compra. No B2B, a história é outra.</p>
<p>Empresas que operam nesse ramo têm regras para pedidos mínimos. E eles podem ser mensurados pelo valor da compra ou pela quantidade de itens. Empresas que operam no atacado, por exemplo, apresentam gestão logística e modelo de processamento interno focado em atendimento aos pedidos maiores.</p>
<p>É como no modelo de atacado: preços menores para volumes maiores, deixando as vendas ao consumidor final para as redes varejistas, que focam na diversidade de produtos e vendas em baixo volume.</p>
<h3>Pagamentos</h3>
<p>No <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/plataforma-de-e-commerce-b2c-pontos-que-impactam-nas-vendas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">e-commerce B2C</a>, assim que uma pessoa fecha a compra, o sistema solicita o pagamento e oferece algumas opções: boleto, débito em conta corrente ou cartão de crédito. Depois que o dinheiro é transferido para a empresa, o produto é enviado.</p>
<p>Na modalidade B2B, um dos métodos mais comuns é o pagamento é faturado. Isso significa que o pedido é feito pelo cliente e despachado pela empresa, após aprovação de cadastro e crédito. Só então são emitidos os boletos, na forma de uma operação de crédito.</p>
<p>O grau de relacionamento entre as empresas também influencia nas condições e as formas de pagamento. Ou seja, clientes importantes têm um prazo maior para quitar a compra e menos juros embutidos nas parcelas.</p>
<h3>Cadastro</h3>
<p>Como muitas das compras são feitas a crédito, os e-commerces B2B precisam realizar um cadastro com aprovação de crédito para cada novo cliente. Não é como no B2C, que isso pode ser feito com um ou dois cliques.</p>
<p>Normalmente, no momento do registro, o cliente tem um limite de crédito definido para faturar pedidos, definido segundo os critérios do e-commerce.</p>
<h3>Logística</h3>
<p>A logística é sempre o aspecto chave em qualquer operação de e-commerce, sobretudo quando falamos do B2B.</p>
<p>O volume de produtos enviados a cada pedido e as solicitações de nota fiscal fazem com que as empresas que atuam no modelo B2B busquem ter mais de um Centro de Distribuição (CD) localizados em locais estratégicos, ganhando em logística e benefícios fiscais.</p>
<p>Para definir qual CD atenderá determinado cliente é necessário considerar o tempo estimado para que o produto chegue ao destino, o custo da entrega e questões fiscais.</p>
<p>A plataforma consegue ler o estoque dos CDs dispersos e, conforme a localização de entrega do pedido, opta por qual deles deve sair o produto.</p>
<p>Quando a mercadoria sai de um estado para outro, é preciso pagar ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Dependendo da origem e do destino, esse valor pode ser maior ou menor para o cliente ou empresa.</p>
<p>Em relação ao frete, há dois modelos no B2B: o Cost, Insurance and Freight (CIF) e o Free on Board (FOB). No primeiro, semelhante ao B2C, a empresa arca com os custos e seguro do envio, sendo responsável por embarcar o produto em um operador logístico e entregá-lo até o cliente.</p>
<p>Já no FOB, todo o processo fica por conta do cliente. Ele deve nomear e custear uma transportadora para retirar o produto na origem.</p>
<h3>Tributos</h3>
<p>Se em e-commerce B2C as questões fiscais já são um problema para os empreendedores, no B2B a complicação se multiplica. São vários impostos envolvidos nas transações, como IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), Substituição Tributária e ICMS com DIFAL (diferencial de alíquotas).</p>
<p>Os impostos e valores pagos variam conforme o porte das empresas e o estado de origem e destino. A própria plataforma calcula o preço do pedido levando em conta todos esses tributos.</p>
<p>Logo, uma boa plataforma de e-commerce B2B precisa trabalhar esses cálculos de maneira eficiente e realizar uma integração com o ERP, que tratará da geração da Nota Fiscal.</p>
<h2>5 características de uma boa plataforma de e-commerce B2B</h2>
<p>Agora que você conhece as principais diferenças entre os segmentos B2B e B2C, é importante conhecer as funcionalidades que uma plataforma de e-commerce B2B precisa oferecer para os clientes. Confira!</p>
<h3>Suporte dedicado</h3>
<p>Como estamos falando de pedidos com valores altos, a fornecedora da plataforma precisa garantir um suporte eficiente para resolver problemas técnicos de imediato.</p>
<p>Caso contrário, o relacionamento entre empresa e cliente é prejudicado, atingindo em cheio a credibilidade e a satisfação dos clientes.</p>
<h3>Automação de tarefas</h3>
<p>Quanto maior for a automação das rotinas, menor será o custo para a empresa, pois os pedidos serão feitos rapidamente e sem empecilhos. Além disso, os fluxos de trabalhos se tornam mais simples, o que aumenta a competitividade do seu negócio.</p>
<p>Procure se informar sobre o nível de automação oferecido pela plataforma de e-commerce B2B. Ele certamente melhorará a experiência dos usuários do seu e-commerce.</p>
<h3>Integração de ferramentas</h3>
<p>Integrar ferramentas pode facilitar o processo de vendas e de pagamento, reduzindo os obstáculos enfrentados pelos clientes. Uma <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/integracao-de-plataforma-tray-corp-fbits/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">integração bem-sucedida</a>, com o software de gestão utilizado em sua loja, otimizará os processos de venda, geração de relatório e emissão de notas fiscais.</p>
<h3>Multi catálogo</h3>
<p>Assim como os preços e condições de pagamento, o catálogo exibido para um cliente é diferente do que é mostrado para outros. E isso varia conforme a região e o perfil de cada um.</p>
<p>Portanto, o multi catálogo é uma ferramenta fundamental para uma plataforma B2B para que os clientes vejam produtos diferentes, já que é comum a empresa ter linhas de produtos que são vendidos exclusivamente em alguns canais ou para alguns clientes.</p>
<p>Além disso, os vendedores e os representantes comerciais também devem integrar a plataforma. Isso porque eles precisam ter acesso aos clientes que atendem, fazer pedidos, acompanhar o processo e ter suas comissões computadas.</p>
<h3>Opções de cadastros</h3>
<p>Uma <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/plataforma-de-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">boa plataforma</a> também precisa oferecer opções de cadastros para Centros de Distribuição, fornecedores, grupos e políticas comerciais para representantes e vendedores.</p>
<h3>Checkout</h3>
<p>O processo do checkout é considerado uma das áreas mais complexas do e-commerce.</p>
<p>Criar uma conta e realizar uma compra no e-commerce B2B nem sempre é uma tarefa fácil. Isso porque existe um modelo de aprovação prévia de crédito que dificulta o processo.</p>
<p>Como já abordado, existem algumas especificidades como o procedimento de pagamento, em que o vendedor envia o produto antes do pagamento. Por isso, é necessário ter uma plataforma totalmente flexível e que se molde de acordo com as necessidades do empreendimento e dos clientes.</p>
<h3>Atendimento personalizado</h3>
<p>O relacionamento com o público é uma importante estratégia para conquistar e manter a confiança dos consumidores B2B.</p>
<p>Esse público, na maioria das vezes, já chega na loja virtual sabendo bastante a respeito do que quer encontrar ali — incluindo tanto os produtos em si, bem como as opções de entrega.</p>
<p>Diante disso, o atendimento precisa ser personalizado e feito em diversos canais. Isso ajuda a alavancar as vendas e permite que os clientes se tornem fiéis à marca, devido à experiência positiva na compra.</p>
<h2>A importância de uma plataforma específica para esse segmento</h2>
<p>Para que tudo isso funcione, é essencial buscar uma plataforma de e-commerce específica, com os requisitos básicos do segmento e flexível o suficiente para se adaptar ao modelo comercial e atender as necessidades dos clientes.</p>
<p>Caso contrário, você poderá ser surpreendido com dificuldades técnicas e operacionais que podem inviabilizar o negócio.</p>
<p>A escolha da plataforma deve estar sempre pautada por três fatores fundamentais:</p>
<ul>
<li><a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/planejamento-estrategico-b2b/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">alinhamento estratégico</a> e/ou condição comercial;</li>
<li>implementação e design competentes;</li>
<li>padrão x customizações.</li>
</ul>
<p>Vale ressaltar que a performance é um tópico primordial para qualquer plataforma de e-commerce. E quando se trata da B2B, algumas demandas específicas estão relacionadas a esse desempenho.</p>
<p>Diante dos aspectos abordados anteriormente, nota-se a importância de uma plataforma específica nesse segmento, com estrutura qualificada para auxiliar na venda.</p>
<p>Além de ser um excelente negócio para quem quer investir no ramo, a plataforma de e-commerce B2B oferece agilidade e comodidade nas compras aos clientes.</p>
<h2>A expectativa do mercado</h2>
<p>O e-commerce B2B movimenta atualmente muito dinheiro no mercado. De acordo com a <a href="https://www.forrester.com/report/US+B2B+eCommerce+Will+Hit+12+Trillion+By+2021/-/E-RES136173" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Forrester Research</a>, as empresas americanas, por exemplo, venderam para outras empresas cerca 889 bilhões de dólares no ano de 2017, por meio das plataformas de e-commerce B2B.</p>
<p>Ainda segundo a empresa, estima-se que até o ano de 2021, o e-commerce B2B atinja 1,2 trilhão de dólares e seja responsável por 13,1% de todas as vendas nos EUA.</p>
<p>Esses números tão expressivos demonstram o potencial do setor para a economia e sua capacidade de transferência de venda. Por isso, é essencial contar com uma boa plataforma.</p>
<p>Já é possível encontrar empresas especializadas nesse tipo de serviço. É o caso da <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/ecommerce-b2b/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tray Corp</a>, que fornece uma solução corporativa com segurança e atendimento personalizado.</p>
<p>O objetivo de um comércio eletrônico B2B deve ser a oferta de máxima comodidade para os clientes, bem como a expansão da área de atuação da empresa e redução dos custos de vendas. Sendo assim, uma plataforma B2B precisa dar suporte a esses objetivos com ferramentas avançadas para uso do atacadista ou indústria.</p>
<p><em>*Artigo publicado originalmente em março de 2018 e atualizado em março de 2020.</em></p>
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		<title>Sell in e sell out: benefícios e como adotar as duas estratégias</title>
		<link>https://conteudo.traycorp.com.br/sell-in-sell-out/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tray Corp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 22:16:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de assinatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como a combinação das estratégias de sell in e sell out por meio do e-commerce pode ajudar você a potencializar os resultados na indústria!</p>
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<hr style="border-top: black solid 1px" /><a href="https://conteudo.traycorp.com.br/sell-in-sell-out/">Sell in e sell out: benefícios e como adotar as duas estratégias</a> was first posted on março 20, 2020 at 7:16 pm.<br />&copy;2020 &quot;<a href="http://traycorp.web-ded-311443a.kinghost.net">Tray Corp</a>&quot;. Use of this feed is for personal non-commercial use only. If you are not reading this article in your feed reader, then the site is guilty of copyright infringement. Please contact me at <!--email_off-->marketing@traycorp.com.br<!--/email_off--><br />]]></description>
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<noscript><iframe src="https://www.googletagmanager.com/ns.html?id=GTM-WK84WC"
height="0" width="0" style="display:none;visibility:hidden"></iframe></noscript>
<!-- End Google Tag Manager (noscript) --><p>Ao falar em indústria, é comum haver a associação a vendas realizadas apenas entre empresas. No entanto, uma tendência que vem tomando forma é a adoção da estratégia de também vender diretamente ao consumidor final.</p>
<p>Assim, muitas organizações têm adotado, ao mesmo tempo, dois modelos de negócio diferentes: a venda para distribuidores (sell in) e a venda direta para o consumidor final (sell out).</p>
<p>Se você quer entender melhor as características de cada uma dessas estratégias, os obstáculos para sua aplicação e as vantagens que elas oferecem, continue a leitura!</p>
<div id="passo-a-passo-para-estruturar-um-e-commerce-b2b-de-qualidade-46c339c624e00c1ed942" role="main"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script> <script type="text/javascript">
  new RDStationForms('passo-a-passo-para-estruturar-um-e-commerce-b2b-de-qualidade-46c339c624e00c1ed942-html', 'UA-6914032-15').createForm();
</script></p>
<h2>O que é sell in</h2>
<p>Primeiro, precisamos abordar conceitos que fazem parte do sistema da cadeia de suprimentos, como sell in e sell out. O termo “sell in” se refere às vendas realizadas pelos fabricantes aos distribuidores. Ou seja, é aquele tipo de transação em que os intermediários compram produtos para depois os repassarem aos consumidores finais. Em outras palavras, é o famoso B2B.</p>
<p>Como são empresas vendendo a outras empresas, existem algumas <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/particularidades-vendas-b2b-online/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">particularidades</a> nesse modelo. As transações, além de mais demoradas, são feitas em grande volume. Aliás, não é raro que um veículo de cargas tenha mercadorias para somente um comprador, principalmente se esse for uma loja grande. Com isso, o tipo de transporte mais utilizado é o de carga de lotação.</p>
<p>Além do mais, o ambiente — seja físico, seja online — no qual as negociações são feitas precisa ser bem diversificado, para atender às necessidades de vários perfis de compradores, os quais podem ser franquias, lojas virtuais, lojas físicas, etc.</p>
<p>Com o e-commerce B2B, as vendas são feitas de maneira mais facilitada, além disso, é possível atingir um público maior, sem ter que depender tanto da figura do representante comercial, viajando para fazer os pedidos, etc.</p>
<h2>O que é sell out</h2>
<p>O sell out é a venda direta para o consumidor final. Ou seja, sem quaisquer intermediadores. É também conhecida como relação <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/e-commerce-b2c-tudo-voce-precisa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">B2C (Business to Consumer)</a> e, assim, o foco é exclusivo a esse tipo de cliente.</p>
<p>Assim como no tipo de negociação anterior, existem particularidades. A quantidade de itens vendidos a cada consumidor é menor, já que uma mesma pessoa não terá interesse em adquirir muitas calças jeans iguais, por exemplo.</p>
<p>Ao contrário do sell in, no sell out, os transportes são fracionados, ou seja, em um mesmo veículo, serão levados produtos para dezenas de destinos. Essas mercadorias podem, ainda, ser repassadas aos Correios ou transportadoras pequenas para a entrega individual em localizações geográficas diferentes.  O e-commerce, nesse caso, é a forma de viabilizar as vendas diretamente para o consumidor final.</p>
<h2>Diferença entre sell in e sell out</h2>
<p>Para que fique bem clara a diferença entre sell in e sell out, podemos dizer que o sell in trata-se da transferência de produtos para o elo seguinte da cadeia de valor, não sendo esse o consumidor final. Assim, as vendas que são feitas para um distribuidor são as que representam o sell in da corporação.</p>
<p>Já o sell out representa a venda para o elo final da cadeia de valor. Vamos usar o mesmo exemplo anterior, então as vendas do distribuidor para os consumidores dele representam o sell out da sua corporação.</p>
<p>Ao considerar a distinção entre ambos os conceitos, fica evidente a importância de monitorar esses indicadores bem de perto, até porque cada um deles mostra a performance da sua mercadoria em diferentes estágios da sua cadeia de demanda.</p>
<p>Nem sempre vai ser possível chegar diretamente ao cliente final. Por esse motivo, é necessário que o sell in seja muito bem trabalhado. O intermediário precisa entender tudo sobre o <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/skus-por-que-sao-tao-importantes-para-minha-empresa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">SKU</a>, além de ser totalmente motivado a expor essa mercadoria de maneira correta e aproveitar os benefícios oferecidos pela indústria para também impulsionar seu negócio. A parceria nesse trabalho vai beneficiar a indústria e o comprador, seja ele varejista ou distribuidor.</p>
<p>O sell in funciona como se fosse uma transferência de estoque. Trata-se de um processo essencial, mas não basta disponibilizar o produto na gôndola. A oferta deve ser completamente adequada para que reflita no comprador final, fazendo com que os benefícios do produto ou serviço cheguem até ele.</p>
<h2>Qual o papel da plataforma de e-commerce nesse processo?</h2>
<p>A indústria pode realizar as vendas utilizando um e-commerce para que consiga obter resultados ainda mais satisfatórios em seu negócio. Expandir o seu negócio para a vertente online pode proporcionar diversas vantagens, sendo que algumas delas são fácil expansão, adesão a novos nichos de mercado, melhor entendimento aos clientes, aumento da autoridade de marca e aumento das vendas.</p>
<p>No mundo do comércio virtual, graças à falta de interação física, a experiência do cliente com a plataforma de e-commerce, sem dúvidas, vai ser um fator central para atingir melhores resultados. Por isso, é importante optar por uma plataforma flexível, robusta, que possibilite diversas integrações e seja escalável, logo, uma plataforma de alta performance é a melhor solução para a complexidade dos negócios B2B.</p>
<p>É importante ter em mente que a plataforma é como um intermediador entre seu empreendimento e o consumidor. Sendo assim, investir em uma loja virtual comum, que não possibilite escalabilidade e que não seja voltada para a <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/plataforma-otimizar-experiencia-do-cliente/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">experiência do usuário</a>, pode custar bem caro. Então, busque sempre por soluções que sejam adequadas às necessidades da sua empresa e que contem com suporte técnico próximo e humanizado.</p>
<p>No B2B, a maneira como são feitas as transações, as razões que levam o usuário até o carrinho de compras e os métodos de pagamento são bem distintas das que existem em um comércio virtual voltado para o público convencional. Por isso, é necessária uma plataforma que esteja pronta para atender às demandas características desse modelo de negócio.</p>
<p>O mesmo acontece para quem deseja adotar as <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/b2b-e-b2c-e-possivel-atender-em-uma-unica-loja/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estratégias B2B e B2C simultaneamente</a>, uma vez que será exigido um sistema complexo capaz de transitar entre esses dois tipos de vendas.</p>
<h2>Monitoramento de sell in e sell out</h2>
<p>Toda gestão de marketing necessita de análises estratégicas regulares e de indicadores para se manter no caminho do sucesso. Para isso, é importante ter atenção à demanda de sell in, que demonstra o crescimento de curto prazo do negócio, enquanto o de médio/longo é realizado pelo sell out.</p>
<p>O equilíbrio entre ambos os indicadores é imprescindível para o sucesso do empreendimento. Veja que, se o seu consumidor, que pode ser um distribuidor, não estiver concluindo vendas, pode ser que ele deixe de comprar da sua empresa.</p>
<p>Por isso, cabe à gestão de marketing fazer o monitoramento e também ter bastante atenção ao sell out, para ajudar o parceiro a identificar oportunidades de vendas para os clientes finais. Dessa forma, quando o sell out é feito, é até mais natural que o sell in ocorra dentro das metas e expectativas estipuladas.</p>
<h2>Análise da realidade do e-commerce B2B</h2>
<p>Então, podemos entender que o comércio B2B lida, essencialmente, com transações no modelo sell in, já que as relações são de empresa para empresa. Sendo assim, as estratégias e planos de vendas têm foco maior nos intermediários.</p>
<p>Nesse modelo de negócio, é hábito a realização de pedidos grandes. Isso leva a indústria a fornecer descontos aos varejistas, para que considerem as compras vantajosas. No entanto, nem sempre essa atitude é benéfica para as indústrias, já que abatimentos podem ter como consequência um lucro baixo.</p>
<p>Além disso, elas precisam lidar com a forte concorrência no mercado e traçar artimanhas para superá-la. Esse processo pode se tornar ainda mais complexo quando você é uma empresa pequena concorrendo com os grandes players — com marcas já consolidadas e que têm condições de estipular uma precificação mais baixa.</p>
<p>Outro ponto nessa realidade é que, como cada usuário tem um hábito diferente, é comum que os valores de cada mercadoria sejam personalizados, o que não acontece no B2C. Essa inconstância pode prejudicar a previsão dos rendimentos mensais.</p>
<p>Ainda sobre o processo de compras, enquanto, no B2C, os clientes tendem a fazer aquisições por impulso, no B2B, os compradores são mais racionais, precisam de boas pesquisas e demoram para tomar a decisão. Assim, o vendedor precisa ter táticas diferenciadas para aumentar a conversão.</p>
<p>Somado a isso, as empresas B2B precisam manter estoques volumosos, a fim de atender às particularidades dos intermediadores. Afinal, sem disponibilidade de compras grandes, as aquisições não são vantajosas. Quanto aos <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/formas-de-pagamento-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">meios de pagamento</a>, costumam ser menos simples que no B2C, abrangendo formas como a ordem de pagamento ou o pagamento faturado.</p>
<p>Os impostos no B2B também são mais complexos, e o lojista precisa contar com ferramentas tecnológicas que auxiliem nesses cálculos, já que mesmo pequenos erros podem causar problemas com o fisco.</p>
<p>Fretes também são diferentes em comparação ao B2C. Os modelos tradicionais são o CIF (Cost, Insurance and Freight) e o FOB (Free on Board). No primeiro, a responsabilidade de entrega fica por conta da indústria. No segundo, por conta do comprador. Ou seja, ainda que o B2B tenha seu lado positivo, em alguns aspectos, ele pode ser mais burocrático e dispendioso.</p>
<h2>Impacto nas vendas e na logística</h2>
<p>Por o modelo B2B ser visto como mais custoso, eliminar o intermediador no processo pode ser a solução para diminuir alguns gastos.</p>
<p>Dessa forma, tem sido cada vez mais frequente as marcas começarem a se relacionar diretamente com os consumidores finais, eliminando (ou, ao menos, diminuindo as transações com) os intermediários utilizando, para isso, o e-commerce. Alguns exemplos são Samsung, Apple e Dell: vendem para grandes varejistas, mas também para os clientes.</p>
<p>Esse modelo, D2C, traz as seguintes consequências nas vendas e na logística.</p>
<h3>Mais lucro</h3>
<p>Eliminar intermediários na cadeia logística favorece a indústria para o aumento do lucro. Os motivos são o fato de a tributação ser mais simples e econômica, além de não haver mais aqueles abatimentos rotineiros pelas compras volumosas.</p>
<h3>Simplificação na precificação</h3>
<p>Enquanto as transações para grandes varejistas costumam ser personalizadas, com produtos precificados de forma diferente, as vendas diretas a clientes têm o mesmo valor de mercadoria. O processo é simplificado e não demanda cálculos detalhados.</p>
<h3>Maior aproximação ao cliente final</h3>
<p>Outro impacto é com relação às estratégias de vendas, pois existe mais aproximação com relação ao consumidor final, com linguagens, marketing e canais de comunicação distintos. Além disso, o feedback é mais claro, dando mais chances de a empresa se alinhar às expectativas.</p>
<p>Vale dizer, também, que grande parte dos clientes sente mais credibilidade em consumir diretamente da fonte, sendo uma vantagem para a indústria, que pode usar esse fato como tática de atração.</p>
<h3>Parcerias com pequenos entregadores</h3>
<p>Outra consequência que o D2C traz é com relação à necessidade de estabelecer <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/escolher-transportadora-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">parcerias com transportadoras</a> de pequeno porte ou os Correios, para entregas individuais. Para que isso seja eficiente, é primordial um planejamento das rotas.</p>
<h2>Ações de sell in e sell out</h2>
<p>Os conceitos de sell in e sell out, então, servem para diferenciar o público atendido: intermediadores ou consumidores finais. As estratégias para cada um são distintas, mas, ao mesmo tempo, devem ser vinculadas, para existir um fluxo contínuo no escoamento das mercadorias.</p>
<h3>Sell in</h3>
<p>Atuar por meio do sell in exige a procura constante por novos varejistas que possam comprar seus produtos para revenda. Ao encontrá-los, será preciso se moldar às necessidades diferentes (quantidades e tipos de mercadoria, por exemplo). Assim, as transações tendem a ser singulares, atendendo a objetivos individuais.</p>
<p>Para dar conta disso, o estoque precisa ser volumoso. Em consequência, a armazenagem tem que ser monitorada de forma minuciosa, a fim de que os produtos estocados não se tornem obsoletos. Além disso, é fundamental o planejamento, pois os intermediários podem realizar um pedido grande, mas, depois, ficar muito tempo sem fazer novas aquisições.</p>
<p>No sell in, a indústria não está perto do consumidor final. Assim, não tem total controle de como é a receptividade dos seus produtos. Dessa forma, mesmo que ela consiga fazer uma venda grande ao intermediador, isso não significa, exatamente, um sinal de sucesso.</p>
<p>O motivo é que, se o varejista não conseguir vender, ele deixa de adquirir as mercadorias, o que faz a indústria ter riscos inesperados de perder um cliente importante.</p>
<h3>Sell out</h3>
<p>As ações de sell out são mais voltadas ao cliente final, visto que é com ele que a indústria tem o contato direto. Dessa maneira, é importante entender mais ainda seu comportamento, necessidades, objetivos e desejos.</p>
<p>Além disso, o feedback do sucesso ou fracasso nas vendas é mais real e direto, o que permite estratégias para otimizar os processos e alinhar a produção com as expectativas desse público.</p>
<p>Como as vendas são em volumes menores, a indústria não precisa realizar negociações de valores e descontos nas aquisições, podendo manter o preço mais elevado e lucrar mais. Essa rentabilidade maior também é conquistada graças aos impostos mais baixos.</p>
<p>Nesse modelo, como a indústria não fica tão dependente de terceiros para a comercialização, ela tem chances de inovar mais, podendo trabalhar com itens que intermediadores têm mais resistência de pegar para a revenda.</p>
<h2>Como alinhar estratégias de sell in e sell out</h2>
<p>O varejo e a indústria precisam saber da importância de haver um trabalho conjunto no desenvolvimento das estratégias de sell in e sell out, até porque a venda do primeiro só vai ter bons resultados quando atender de forma proporcional às projeções do segundo. Para que esse raciocínio fique mais fácil, vamos pensar em uma “transferência de estoque”.</p>
<p>Acompanhar o sell out em cada canal de vendas no comércio eletrônico é essencial para compreender o giro da sua mercadoria, calcular o ROI (Retorno sobre Investimento) dos investimentos em marketing e executar promoções mais acertadas.</p>
<p>Uma gestão de sell in que seja interligada com o sell out, sem dúvida alguma, é muito mais eficaz, sobretudo com o novo comportamento do público consumidor. Nos dias atuais, não adianta nada “empurrar” produtos sem procurar entender quais são as reais necessidades da persona, levando isso para a comunicação no momento de ofertar produtos.</p>
<h2>Planejamento de sell in alinhado ao sell out</h2>
<p>No momento de planejar o fluxo de vendas, é fundamental levar em conta a trajetória completa da mercadoria e buscar parcerias com os varejistas. Para tanto, considere algumas reflexões:</p>
<ul>
<li>o giro de mercadorias é satisfatório?</li>
<li>o que sua marca e seus produtos acrescentam ao varejista?</li>
<li>como melhorar ainda mais o ticket médio no varejo?</li>
<li>como os produtos, categorias e marcas são apresentados no e-commerce?</li>
</ul>
<h2>Avaliação das estratégias de sell in</h2>
<p>Mercadorias sem giro significam sell in improdutivo. Uma das principais razões para isso pode ser a falta de conexão com o comprador. Os produtos podem não atender às necessidades dos consumidores daquele canal de vendas.</p>
<p>Por isso, é importante usar alavancas de vendas (maneiras de aumentar o giro da mercadoria) para criar uma conexão maior com o cliente final e atender a todas as suas necessidades e exigências.</p>
<p>Tais alavancas de vendas podem ser:</p>
<ul>
<li>estoque;</li>
<li>preço;</li>
<li>comentários e avaliações;</li>
<li>informações da mercadoria (título, imagem e descrição);</li>
<li>sortimento;</li>
<li>posição nas buscas em cada e-commerce.</li>
</ul>
<p>Esses elementos fazem toda a diferença na hora da compra, pois ajudam na tomada de decisão do comprador.</p>
<h2>Estratégias específicas e focadas em canais</h2>
<p>Ao analisar as vendas para distribuidores e varejo, você pode medir a eficiência do sell in. Quando as vendas não são estendidas ao sell out, o trabalho é em vão, e a mercadoria fica encalhada. Certamente, não é isso que você deseja.</p>
<p>Empresas que querem permanecer crescendo precisam considerar que o cliente não é alguém para quem a marca despacha os produtos, gerando lucro. Empreendimentos que fazem isso acabam correndo o risco de perder a aceitação a longo prazo.</p>
<p>Tanto o sell in quanto o sell out são estágios complementares e fundamentais da cadeia comercial. Com ambos os indicadores, você consegue otimizar a distribuição e alinhar as estratégias, além de gerar insights sobre a performance das mercadorias em cada varejista.</p>
<p>No entanto, a responsabilidade sobre as vendas não pode, de forma alguma, ser exclusiva do varejista, considerando que o fabricante deve compreender profundamente a realidade do shopper e desenvolver produtos que realmente atendam às suas necessidades. Além disso, é preciso pensar na distribuição dos itens com a mentalidade do cliente típico daquele canal.</p>
<h2>Como fazer a gestão de sell in e sell out</h2>
<p>Sell in e sell out exigem boa gestão da cadeia de suprimentos, para que exista integração e comunicação eficaz em todos os processos e, com isso, clientes fiquem satisfeitos. Leia algumas dicas abaixo!</p>
<h3>Tenha como foco o cliente final</h3>
<p>Mesmo que as ações de sell in ainda não tenham sido totalmente eliminadas da cadeia de suprimentos, o cliente final deve sempre ser visto como o foco de todas as transações, já que, se ele não se interessar pela mercadoria, varejistas deixarão de adquiri-la.</p>
<p>Sendo assim, aprenda sobre ele. Busque entender que perfil de público é predominante e junte informações sobre suas necessidades, problemas e desejos. Fique por dentro das tendências, o que ajudará a entender um pouco mais do comportamento de consumo.</p>
<p>Além disso, observe as legislações correspondentes (como Código de Defesa do Consumidor, <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/legislacao-para-abrir-loja-virtual/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei do E-commerce</a> e Procon), pois podem existir algumas condições diferentes quando a venda é realizada diretamente a uma pessoa física no papel de consumidora final.</p>
<h3>Planeje a reposição do estoque</h3>
<p>No modelo D2C, os pedidos costumam ser em quantidades menores. Dessa forma, o gestor precisa se adequar à nova realidade.</p>
<p>Ao mesmo tempo, esses itens precisam passar por um sistema de controle, a fim de evitar desperdícios ou rupturas, o que acontece quando o consumidor solicita um item que não consta mais em depósito. Esse último cenário tem, inclusive, o risco de perda da clientela, que não esperará a loja fazer reposição para realizar a compra.</p>
<h3>Otimize os relacionamentos</h3>
<p>Uma das maiores vantagens de realizar vendas diretas ao consumidor final é a possibilidade de <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/regua-de-relacionamento-use-para-fidelizacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estreitar o relacionamento</a> com a parte mais importante da cadeia logística. Sendo assim, invista em métodos para otimizar esse relacionamento e conseguir oferecer uma melhor experiência de compra.</p>
<p>Esteja em redes sociais, como Facebook, Instagram e LinkedIn, a fim de crescer a autoridade da marca, engajar os seguidores nas publicações e mantê-los atualizados sobre as novidades na loja.</p>
<p>Falando em internet, também <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/por-que-investir-em-marketing-digital-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">invista em marketing digital</a>, por meio de anúncios em sites ou nas próprias redes sociais. Além disso, a criação de conteúdos, escritos ou audiovisuais, são ótimas formas atrair tráfego orgânico à loja virtual e, assim, gerar mais vendas.</p>
<p>Ainda, ofereça incentivos para que os consumidores prefiram comprar diretamente de você, em vez de um intermediário. Algumas ideias são programas de fidelização, <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/desconto-progressivo-use-para-aumentar-o-ticket-medio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">descontos progressivos</a> e seguro-garantia estendido.</p>
<p>Mais um ponto importante na relação com o cliente é o atendimento, que deve existir em todas as etapas, desde antes da aquisição até o pós-compra. Então, tenha chatbot ou chat online, para se mostrar disponível enquanto ele navega pelo e-commerce. Por fim, entre em contato depois que o comprador receber a encomenda, a fim de saber se as expectativas foram supridas.</p>
<h3>Tenha a tecnologia como aliada</h3>
<p>A tecnologia é essencial, hoje, para que os processos sejam realizados com eficiência e atenuação de falhas. É por meio dela que os fluxos de trabalho serão monitorados, a fim de obter melhorias.</p>
<p>Um CRM ajudará na otimização do relacionamento do cliente, já que esse sistema tem o objetivo de colher as informações importantes, sobre preferências e dados pessoais, para que a empresa deixe as estratégias muito mais efetivas.</p>
<p>Uma ferramenta de e-mail marketing tornará o envio de mensagens igualmente otimizado. Entre as vantagens que ela oferece, algumas são: facilidade na segmentação de leads, aumento da conversão, criação de autoridade, crescimento das vendas, controle dos resultados — além, claro, dos chatbots ou chat online, já mencionados.</p>
<h3>Análise de desempenho de sell in e sell out</h3>
<p>É cada vez mais notável a necessidade de as indústrias investirem no consumidor final. Estratégias para chegar a esse propósito precisam ser implementadas. No entanto, é importante haver análise de desempenho tanto de sell in quanto de sell out, para que os processos sejam melhorados, e suas falhas, corrigidas.</p>
<h3>Giro do estoque</h3>
<p>Produtos com poucas saídas significam um sell in e sell out ineficazes. Contudo, por que isso acontece? Sua empresa, seja lidando ainda com vendas para intermediários, seja engajada nas transações diretas ao consumidor, precisará de uma investigação do motivo de os produtos não serem bem-aceitos pelos clientes finais.</p>
<p>Em um e-commerce, as respostas poderão estar no preço alto ou na falta de alinhamento dos produtos às necessidades da persona, por exemplo.</p>
<h3>Carrinhos abandonados</h3>
<p>Taxas altas de compras inacabadas indicam alguma falha no processo final, já que o fato de a pessoa ter incluído a mercadoria no carrinho aponta que houve um interesse. Dessa maneira, é preciso identificar lacunas em formas de pagamento, segurança da plataforma, valor do frete, checkout etc.</p>
<h3>Volume por transação</h3>
<p>É esperado que o volume em vendas sell in seja maior que sell out. De qualquer forma, é interessante manter o monitoramento, a fim de fazer comparações e entender melhor o desempenho da própria empresa, identificando se há crescimento ou retração.</p>
<p>Além disso, esse monitoramento pode trazer insights para adaptar o negócio aos consumidores finais. Por exemplo, se a saída de determinado produto sempre foi alta para os intermediários, existe grande possibilidade de ele ser bastante aceito pelo novo público.</p>
<h3>Tempo de ressuprimento de estoque</h3>
<p>Diz respeito à soma do tempo de compra, com o tempo de processamento e a demora na chegada dos produtos ao estoque. Sell in e sell out têm necessidades distintas no ressuprimento, mas os dois precisam evitar a ruptura no estoque, o que torna esse controle fundamental.</p>
<p>No sell out, a demanda é por quantidades menores de itens, o que pode afetar o prazo de realização de cada pedido.</p>
<h3>Quantidade de entregas</h3>
<p>Na eliminação de intermediadores, é fato que haverá maior número de entregas diárias, já que, então, cada transporte movimentará mercadorias de consumidores diversos. A quantidade de entregas revela o quão eficiente tem sido a logística do e-commerce e sugere se ele deve investir em estratégias de otimização. Assim, uma medida baixa pode indicar a necessidade de mais entregadores, aumento de galpões logísticos ou maior inspeção para evitar extravios de produtos, por exemplo.</p>
<h3>Taxa de conversão</h3>
<p>Sell in e sell out utilizam estratégias diferentes para atrair compradores. Assim, ao mudar o foco do público, algumas ações precisam ser adaptadas. Como intermediadores costumam tomar suas decisões a partir de um aspecto mais racional, a ação de conversão precisa de informações baseadas em dados e comprovações. E como os consumidores decidem com base na emoção, as táticas de conversão devem ser feitas com base no estímulo de sensações.</p>
<p>Eliminar intermediadores pode ser a solução para que a indústria consiga aumentar sua vantagem competitiva no mercado. O foco D2C proporciona aumento do lucro, fornece mais credibilidade na venda e auxilia a melhorar o processo de compras ao consumidor, sendo uma oportunidade para a fidelização.</p>
<p>Por isso, é fundamental saber o que é sell out e sell in, etapas importantes da cadeia de suprimentos. Ainda que cada um tenha foco em um comprador diferente, a análise das ações e do desempenho não deve ser negligenciada se a loja virtual quiser aumento da eficiência nos resultados.</p>
<p><em>*Artigo publicado originalmente em abril de 2019 e atualizado em março de 2020.</em></p>
<p>O post <a href="https://conteudo.traycorp.com.br/sell-in-sell-out/">Sell in e sell out: benefícios e como adotar as duas estratégias</a> apareceu primeiro em <a href="https://conteudo.traycorp.com.br">Blog</a>.</p>
<hr style="border-top: black solid 1px" /><a href="https://conteudo.traycorp.com.br/sell-in-sell-out/">Sell in e sell out: benefícios e como adotar as duas estratégias</a> was first posted on março 20, 2020 at 7:16 pm.<br />&copy;2020 &quot;<a href="http://traycorp.web-ded-311443a.kinghost.net">Tray Corp</a>&quot;. Use of this feed is for personal non-commercial use only. If you are not reading this article in your feed reader, then the site is guilty of copyright infringement. Please contact me at <!--email_off-->marketing@traycorp.com.br<!--/email_off--><br />]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Clube de assinatura: por que se tornou uma tendência?</title>
		<link>https://conteudo.traycorp.com.br/clube-de-assinatura-por-que-se-tornou-uma-tendencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tray Corp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 21:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de assinatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baseado na receita recorrente, o clube de assinatura se tornou uma verdadeira tendência no e-commerce. Saiba por quê!</p>
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<hr style="border-top: black solid 1px" /><a href="https://conteudo.traycorp.com.br/clube-de-assinatura-por-que-se-tornou-uma-tendencia/">Clube de assinatura: por que se tornou uma tendência?</a> was first posted on março 2, 2020 at 6:05 pm.<br />&copy;2020 &quot;<a href="http://traycorp.web-ded-311443a.kinghost.net">Tray Corp</a>&quot;. Use of this feed is for personal non-commercial use only. If you are not reading this article in your feed reader, then the site is guilty of copyright infringement. Please contact me at <!--email_off-->marketing@traycorp.com.br<!--/email_off--><br />]]></description>
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<p>O que a Netflix e o The New York Times têm em comum? Ambas as empresas trabalham com a entrega de conteúdo — sim, isso é um ponto, mas, principalmente, as duas grandes marcas empregam um modelo de negócio que não para de crescer e ganhar relevância entre os consumidores: o clube de assinatura.</p>
<p>A concorrência é maior, e o cliente está mais exigente, portanto, para se destacar, é preciso diversificar as suas estratégias e atuar em diferentes frentes com um mesmo objetivo: atrair consumidores. Além disso, com a criação de um clube de assinaturas, você pode colher outros benefícios, que vão da fidelização até o aumento do seu faturamento.</p>
<p>O que acha, então, de se aprofundar no assunto? Neste artigo, você vai entender por que essa estratégia está crescendo e como pode usá-la para aumentar os lucros da sua empresa. Preparamos um material completo para que você consiga tirar o máximo desse modelo de negócio e, assim, melhorar a performance do seu e-commerce. Confira.</p>
<h2>Qual é o panorama do mercado de assinaturas no Brasil?</h2>
<p>O consumidor da atualidade tende a comprar com mais frequência na internet. Logo, modelos de negócio como e-commerces e clubes de assinatura costumam ser bastante procurados, dadas as muitas facilidades que oferecem ao cliente, como a praticidade de comprar a qualquer hora do dia e a modernização dos meios de pagamento.</p>
<p>Tanto nos Estados Unidos como no Brasil, os clubes de assinatura têm obtido faturamentos bilionários, sendo que isso é muito influenciado por pessoas que já nasceram inseridas no contexto da transformação digital.</p>
<p>Em outras palavras, esses consumidores costumam passar boa parte do tempo conectados, e isso inclui a busca por produtos e serviços que atendam às suas mais variadas necessidades. Vale salientar, também, que esse aumento na procura por clubes de assinatura já vinha ocorrendo antes de 2020, quando a crise sanitária do coronavírus ainda não tinha se espalhado pelo mundo.</p>
<h2>O que é um clube de assinatura?</h2>
<p>Embora essa prática tenha apresentado uma expressiva alta em oferta e demanda nos últimos anos, ela não pode ser considerada exatamente uma novidade no mercado. Afinal, revistas e jornais já trabalham com a assinatura há muito tempo, sendo esse o principal método de venda desses produtos.</p>
<p>Porém, como frequentemente ocorre, a tecnologia — especialmente a internet — tende a adaptar conceitos para um novo e mais avançado formato. Dessa forma, os <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/como-montar-clube-de-compras/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>clubes de assinatura</u></a> ganharam em complexidade, variedade e alcance, tornando-se uma excelente ferramenta para aqueles empreendedores que buscam por um diferencial competitivo.</p>
<p>Esse modelo de negócios por meio da internet já é muito comum no exterior. Para se ter ideia, os clubes de assinatura faturam cerca de US$ 10 bilhões por ano nos Estados Unidos. Agora, esse segmento tem conseguido cada vez mais força no Brasil. Confira alguns dados que demonstram o crescimento dessa tendência:</p>
<ul>
<li>esse mercado movimentou mais de R$ 1 bilhão no Brasil em 2019 e, até setembro de 2020, apresentou <a href="https://valorinveste.globo.com/mercados/renda-variavel/empresas/noticia/2020/10/11/faturamento-de-clubes-de-assinatura-crescem-10percent-em-2020.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">crescimento de 10%</a> em relação ao mesmo período do ano anterior;</li>
<li>são mais de <a href="https://valorinveste.globo.com/mercados/renda-variavel/empresas/noticia/2020/10/11/faturamento-de-clubes-de-assinatura-crescem-10percent-em-2020.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">4.000 empresas</a> desse tipo ativas no mercado atualmente. Em 2014, eram apenas 300;</li>
<li>a Tag Livros, um dos grandes players desse setor, já reúne mais de <a href="https://www.publishnews.com.br/materias/2021/02/05/tag-encerra-2020-com-crescimento-de-23-no-numero-de-assinantes" target="_blank" rel="noopener noreferrer">60 mil assinantes</a>;</li>
<li>a Wine, uma das líderes desse mercado na parte de vinhos e bebidas, faturou cerca de <a href="https://www.projetodraft.com/maior-clube-de-vinhos-do-planeta-a-wine-vem-decolando-durante-a-pandemia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">R$ 146,3 milhões</a> no primeiro semestre de 2020 e conta com aproximadamente 140 mil assinaturas.</li>
</ul>
<p>O redescobrimento dessa estratégia está estritamente conectado à adaptação dos brasileiros ao comércio eletrônico, que, no primeiro semestre de 2020, obteve um faturamento de R$ 38,8 bilhões e um crescimento de 47% em relação ao mesmo período de 2019, de acordo com o relatório <a href="https://static.poder360.com.br/2020/08/EBIT-ecommerce-Brasil-1semestre2020.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ebit | Nielsen</a>.</p>
<p>Um clube de assinatura é, portanto, uma estratégia que busca a maior fidelização de clientes e a garantia de receitas recorrentes para as empresas. A partir da criação de planos — semanais, quinzenais ou mensais —, os consumidores recebem um produto e/ou serviço regularmente.</p>
<p>Portanto, em vez de esperar que o cliente se movimente e vá atrás do que a sua empresa tem a oferecer, o caminho é um pouco modificado. Agora, companhia e consumidor estabelecem uma relação mais próxima, geralmente a médio e longo prazo, e têm mais garantias de que cada lado vai receber o que lhe interessa com a frequência delimitada.</p>
<p>A principal característica e vantagem desse modelo de negócio é justamente a possibilidade de empresas e consumidores saírem ganhando. Geralmente, os clientes recebem descontos significativos ao se comprometerem com pagamentos mensais, enquanto as organizações aumentam o seu faturamento.</p>
<h2>Quais são os benefícios para o público que faz parte de um clube de assinaturas?</h2>
<p>Antes de aplicar uma estratégia dentro do seu plano de negócios, é importante saber, além do que você pode receber em retorno, quais são os benefícios oferecidos para os seus clientes. No caso específico do clube de assinatura, há dois apelos fundamentais para o público: a exclusividade e a comodidade.</p>
<p>As pessoas optam pela assinatura para receber algo diferenciado. A Netflix, por exemplo, percebeu que não bastava simplesmente entregar conteúdo de outras produtoras para os seus assinantes — era preciso oferecer algo único. Assim, passou a investir pesado na produção de filmes e séries próprios e exclusivos de sua plataforma.</p>
<p>Para entender a importância da comodidade, é só pensar no motivo que levava as pessoas a assinar um jornal nas décadas passadas, quando poderiam comprá-lo na banca. A conveniência de receber o material diária, semanal ou até mensalmente em casa é um grande diferencial dos clubes.</p>
<p>Nas rotinas aceleradas da nossa sociedade, nem sempre é possível ter aquele tempo para comprar o item que você procura, e o clube de assinatura chega também para atender a essa demanda. Após um dia de estresse no trabalho, já pensou chegar em casa e se deparar com as próximas garrafas de vinho que você vai experimentar?</p>
<p>Ou seja, com a sua contribuição fixa, você garante que a empresa leve o produto e/ou serviço até você. Além da comodidade, muitas das coisas que são oferecidas ao cliente que faz parte do clube compõem a sensação de exclusividade, com produtos e/ou serviços pensados exatamente para as demandas, desejos e perfil daquele consumidor.</p>
<p>Portanto, em uma época em que a experiência do usuário tem papel fundamental no sucesso de qualquer empresa, garantir que o consumidor esteja satisfeito com a sua marca é um enorme diferencial competitivo. No fim, os benefícios para o público acabam retornando para as empresas e fortalecendo a relação entre os dois lados da transação.</p>
<h2>Quais as vantagens para as empresas que adotam essa estratégia?</h2>
<p>Vimos alguns dos atrativos que esse modelo oferece aos consumidores, mas e para as empresas? Como falamos, essa é uma situação em que ambas as partes podem se beneficiar, e, claro, as organizações também precisam enxergar as vantagens para investir tempo e recursos nessa estratégia. Confira algumas delas.</p>
<h3>Pagamento recorrente</h3>
<p>Todo empresário sabe como as incertezas do mercado podem ser uma dor de cabeça frequente. O processo de compra e venda é influenciado por tantos fatores — como sazonalidade, concorrência e mudanças sociais — que, às vezes, fica difícil prever os resultados mensais.</p>
<p>Com o clube de assinaturas, existe uma certa garantia e maior controle na receita do negócio. Dessa forma, fica mais fácil e seguro investir em melhorias e planejar o futuro da sua organização.</p>
<p>É possível, por exemplo, oferecer planos anuais com preços mais acessíveis — prática muito comum em academias de ginástica, como a Smart Fit, maior rede do setor na América Latina. Sendo assim, você consegue chamar a atenção do consumidor com ofertas mais em conta e garantir a sua fidelização por um período maior.</p>
<h3>Metodologia não excludente</h3>
<p>É importante deixar claro que, ao criar um clube de assinatura, a empresa não precisa abdicar das outras formas de comercialização.</p>
<p>Desse modo, é possível contar com a <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/receita-recorrente-no-e-commerce-e-possivel-usar-em-empresas-b2c/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>receita recorrente</u></a> adicionada ao número de vendas avulsas. Ampliando as possibilidades de faturamento, você automaticamente estrutura a sua empresa para realizar mais investimentos e, assim, não depende exclusivamente de um modelo de negócio, o que seria bastante arriscado.</p>
<p>Portanto, por mais que as assinaturas caiam em determinado período, você não precisa se desesperar, já que o seu negócio tem outras fontes de receita. Basta analisar os erros, definir quais áreas devem ser aprimoradas e, assim, tentar conquistar mais clientes para o seu clube.</p>
<h3>Fidelização de clientes</h3>
<p>O próprio termo “clube” já tem uma conotação de proximidade e interação. A relação com o comprador tem configurações diferentes dentro desse formato, criando vínculos mais significativos e, consequentemente, podendo <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/marketing-de-indicacao-para-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>transformar clientes em evangelizadores da marca</u></a>.</p>
<p>Um bom exemplo é a empresa <a href="https://www.clubedomalte.com.br/beer-pack-como-funciona" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Clube do Malte</u></a>, que seleciona e entrega cervejas especiais para os amantes da bebida.</p>
<h2>Quais são as diversas possibilidades de aplicação do clube?</h2>
<p>Um dos grandes atrativos do clube de assinatura é a pluralidade de empresas e mercados que podem se aproveitar desse modelo de negócio. Livros, por exemplo, vêm ganhando espaço, mas as livrarias já não fazem tanto sucesso, e os leitores procuram por edições especiais, mais exclusivas e difíceis de ser encontradas.</p>
<p>Esse modelo de negócio baseado em pagamentos recorrentes tem a capacidade de se adaptar a diversos produtos e serviços. Exemplos não faltam, no Brasil e no exterior, de empresas usando os clubes como estratégia de venda. Confira alguns:</p>
<h3>SaaS</h3>
<p>Acrônimo para Software as a Service — em tradução livre, software como serviço —, o SaaS é uma tendência mundial. Nessa modalidade, empresas desenvolvedoras de programas optam por cobrar uma mensalidade para o uso dos seus produtos, em vez de vender uma única instalação.</p>
<p>Dessa forma, a receita tende a aumentar, e os clientes também ganham em agilidade nos processos e na resolução de problemas. A própria Adobe, fabricante do Photoshop, migrou sua cartela de softwares para um arranjo de subscrição anual.</p>
<h3>Produtos</h3>
<p>O segmento literário, como abordamos, também utiliza o clube de assinatura com frequência, com grupos dos mais diversos tipos, enviando livros e presentes mensalmente para os seus assinantes. Cervejas artesanais e vinhos, nichos muito específicos, também estão se destacando nesse modelo.</p>
<p>A indústria da beleza é outra que pode se aproveitar do clube de assinatura, enviando produtos específicos para cada cliente de acordo com as suas preferências e necessidades, de modo a garantir que o cliente receba os melhores itens sem precisar sair de casa.</p>
<h3>Ensino</h3>
<p>Com diferentes cursos, a área da educação apresenta inúmeros clubes de assinantes, desde interessados em estudar para o Enem ou concursos públicos até profissionais focados em conhecimentos mais específicos, como aulas de marketing digital ou ferramentas como Excel e Photoshop.</p>
<h2>Quais são os principais desafios desse modelo de negócios?</h2>
<p>Mas nem tudo são flores quando falamos em clubes de assinatura; por isso, é importante saber quais são os desafios enfrentados ao implementar esse modelo de negócio. O principal deles é o controle de quem paga e quem não paga a mensalidade regularmente, o que pode ser solucionado por um bom sistema.</p>
<p>Dessa forma, é necessário ter um planejamento detalhado e minucioso para lidar com a gestão do estoque do seu negócio. Definir todos os custos da operação e saber exatamente como vai funcionar o trabalho da logística também é fundamental. A renda mensal é excelente; porém, sem controle, essa estratégia pode acabar prejudicando todo o seu negócio.</p>
<p>Além disso, é preciso acompanhar e determinar limites para cada um dos seus planos, controlando a demanda de pedidos para que você não acabe por se atrapalhar. Não adianta aceitar milhares de assinantes se, na prática, o seu e-commerce não consegue atender a essa demanda, por exemplo.</p>
<p>Outro desafio é realizar um trabalho de acompanhamento, para saber exatamente o que cada consumidor prefere ou demanda. Afinal, uma das grandes vantagens oferecidas pelo clube de assinatura é justamente a exclusividade. Assim, as empresas precisam pensar sempre na <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/plataforma-otimizar-experiencia-do-cliente/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>experiência do consumidor</u></a> e oferecer produtos e/ou serviços realmente interessantes.</p>
<p>Em um programa de livros, por exemplo, é preciso seguir um padrão que atenda aos desejos e preferências de cada usuário, do gênero até os autores prediletos. Caso as entregas não se encaixem no que o consumidor procura, e a experiência passe a ser negativa, ele não vai pensar duas vezes antes de cancelar a sua assinatura.</p>
<h2>Quais fatores considerar para a criação de um clube de assinatura?</h2>
<p>São muitos os fatores a serem considerados na hora de lançar um e-commerce que ofereça o clube de assinatura como uma possibilidade para os seus usuários. Por isso, é importante compreender melhor cada um desses itens antes de iniciar o seu planejamento.</p>
<h3>Valor para o consumidor</h3>
<p>Todo programa de assinatura deve ser baseado nas necessidades do cliente. Assim, é preciso <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/target-e-o-comportamento-do-cliente/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>conhecer a fundo o seu público</u></a>, para só então estar apto a desenvolver uma oferta realmente atraente para ele — lembrando-se sempre de pautar tudo sob a ótica da exclusividade e criação de valor.</p>
<h3>Preço, planos e métodos de pagamento</h3>
<p>Toda a parte financeira merece um destaque. A escolha do preço é sempre algo delicado, principalmente por se tratar de um setor que dificulta a comparação com concorrentes diretos. Assim, é importante praticar uma <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/precificacao-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>precificação</u></a> que seja considerada justa pelo seu público, levando em conta, é claro, as perspectivas do mercado.</p>
<p>Também é fundamental a criação de mais de um plano de assinatura, com valores e benefícios diferentes. Tudo isso alinhado a um sistema de pagamento seguro e eficiente. Dessa forma, você expande as suas chances de aumentar a base de clientes sem excluir os usuários que procuram por maior qualidade ou aqueles que querem os melhores preços.</p>
<h3>Logística</h3>
<p>Quando o clube envolve a entrega de produtos a domicílio, a logística se torna parte essencial do processo. Afinal, nessa situação, a expectativa do consumidor fica elevada, o que, em caso de atraso ou falha, pode significar o rompimento da relação comercial. Isso significa que é indispensável investir em um sistema de entrega eficiente.</p>
<p>A criação de um programa nesses moldes envolve muitas tecnicidades; por isso, é sempre importante contar com o suporte de uma empresa especializada em plataforma de e-commerce, a fim de potencializar as chances de sucesso ao implementar esse negócio.</p>
<h2>Passo a passo: como criar um clube de assinatura?</h2>
<p>Separamos algumas dicas que serão de grande utilidade na hora de montar um clube de assinatura. Para conferi-las, acompanhe as subseções a seguir.</p>
<h3>Definir o produto</h3>
<p>Essa etapa requer pesquisas sobre as necessidades mais recorrentes dos consumidores. Existem produtos que não são facilmente encontrados nem mesmo na internet, o que pode significar uma grande oportunidade de se diferenciar no mercado. Também é fundamental fazer testes no início, com o intuito de saber quais produtos são mais aceitos pelo público.</p>
<h3>Definir o valor da assinatura</h3>
<p>A precificação do clube de assinatura deve considerar gastos como frete, logística, marketing e fornecedores. Além disso, é fundamental explorar o chamado valor agregado do produto ou serviço, que é quando o cliente tem a sensação de que fez a assinatura de algo com um valor inferior aos benefícios que está usufruindo.</p>
<p>A simplicidade dos planos de assinatura também é de grande importância, visto que eles são mais fáceis de gerenciar e não criam dúvidas na cabeça dos consumidores.</p>
<h3>Organizar a parte logística</h3>
<p>Para entregar o produto aos clientes, pode ser que, no início da operação, o dono do clube use recursos próprios. No entanto, conforme o negócio se expande, essa opção pode se tornar inviável, sendo que um contrato com transportadora passa a ser um dos principais meios para fazer as entregas.</p>
<p>Negociar com uma transportadora com credibilidade no mercado é fundamental, principalmente em relação ao cumprimento dos prazos de entrega e no cuidado para que o produto não chegue até o consumidor com avarias ou defeitos.</p>
<p>Dito isso, é preciso considerar alguns fatores na hora de determinar o preço de frete, sempre prezando por um valor que seja vantajoso tanto para o empreendedor como para o cliente. Esse cálculo também depende das características e das dimensões do produto.</p>
<h3>Implementar um meio de pagamento recorrente</h3>
<p>Uma boa gestão do clube de assinatura passa necessariamente por uma plataforma que gerencia os pagamentos. Quanto mais informatizado for esse controle, mais fácil será saber se o modelo de negócios está sendo lucrativo ou não, bem como se os clientes têm uma boa aceitação sobre os produtos do clube.</p>
<p>Uma das características mais importantes de uma plataforma é a integração via API, que permite ao sistema se comunicar, por exemplo, com sistemas de gestão de estoque.</p>
<h2>Quais são os clubes de assinatura de maior destaque?</h2>
<p>Separamos para você uma relação contendo 8 clubes de diferentes segmentos. Nesse sentido, é de fundamental importância estudar bem o produto e o público que será atingido, de forma a atender às necessidades mais específicas de seus consumidores. Para conhecer os clubes, acompanhe a seguir.</p>
<h3>1. Home Shave Club</h3>
<p>Trata-se de um clube de assinatura voltado para o público masculino. O cliente recebe em sua casa um kit contendo produtos como lâmina de barbear e cabo emborrachado, além de uma recarga para as lâminas e um jornal que vem com conteúdos relacionados a esse público. O Home Shave Club tem planos de assinatura do tipo mensal, bimestral e trimestral.</p>
<h3>2. Paper Heart Box</h3>
<p>O Paper Heart Box é um clube de assinatura voltado para artigos de papelaria. Por meio de um plano mensal, os clientes podem receber em casa produtos como:</p>
<ul>
<li>caneta;</li>
<li>corretivo;</li>
<li>carimbo;</li>
<li>estojo;</li>
<li>marcador de páginas;</li>
<li>chaveiro;</li>
<li>marca-texto;</li>
<li>caderno;</li>
<li>planner;</li>
<li>agenda;</li>
<li>mouse pad;</li>
<li>pasta.</li>
</ul>
<h3>3. Box 95</h3>
<p>Outro público que pode se interessar bastante por clubes de assinatura é o cristão. O Box 95 oferta livros religiosos, e parte do dinheiro das vendas é revertido a projetos missionários. O clube trabalha com frete fixo e planos que podem ser mensais, semestrais ou anuais. Além dos livros, o Box 95 envia ao cliente revistas, marcadores de página e cartões-postais.</p>
<h3>4. 4Ride Motorcycle</h3>
<p>Para quem gosta de andar sobre duas rodas, no 4Ride Motorcycle, o cliente escolhe o veículo e o clube de que deseja participar. Além disso, existe o sistema compartilhado de cotas, em que a pessoa faz o investimento de um quarto do valor da moto. Uma das principais vantagens para o cliente é que questões referentes a burocracia e manutenção ficam sob a responsabilidade do clube.</p>
<h3>5. TAG Livros</h3>
<p>Com planos de assinatura que podem ser mensais e anuais, a TAG Livros é um clube voltado para pessoas amantes de literatura. O assinante recebe em sua casa não só livros-surpresa, mas acessórios como marcador de página, luminária para leitura e uma revista que contém informações sobre a obra correspondente e o seu autor.</p>
<h3>6. Caixa Colonial</h3>
<p>Voltado para comidas regionais, o Caixa Colonial é um clube de assinatura que oferece planos mensais e anuais. Prezando pelo produtor local, os kits que chegam até a casa do cliente contêm cerca de cinco produtos, e o frete é gratuito para as regiões Sul e Sudeste e para Brasília. Dentre os alimentos que podem ser enviados, podemos citar:</p>
<ul>
<li>queijos;</li>
<li>doces;</li>
<li>geleias;</li>
<li>salames;</li>
<li>molhos;</li>
<li>massas;</li>
<li>biscoitos;</li>
<li>ervas;</li>
<li>cereais.</li>
</ul>
<h3>7. Clude</h3>
<p>O Clude é um clube com serviços voltados para saúde e qualidade de vida, sendo que o plano mensal dá direito a descontos em consultas médicas, cirurgias e exames. É uma opção interessante aos planos de saúde, que podem ser caros e inflexíveis para algumas pessoas.</p>
<p>O Clude também permite uma consulta remota com um profissional, procedimento conhecido por telemedicina, que foi aprovado no Brasil recentemente em virtude da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus.</p>
<h3>8. Clube do Churrasco</h3>
<p>O cliente desse clube de assinatura recebe em sua casa vários cortes de carne mensalmente. Além disso, o assinante recebe dicas de mestres churrasqueiros que pertencem a um serviço de curadoria. Pagando a partir de R$ 199,00 por mês, é possível saborear carnes de diversos lugares do mundo.</p>
<p>Essa modalidade tende a crescer em tipos e participação de mercado. Você e sua empresa precisam estar antenados, para não deixar uma oportunidade passar sem ser explorada. Ao analisar profundamente aquilo que o seu público procura, o clube de assinatura pode ser uma alternativa excelente para solidificar e aproximar o consumidor do seu negócio.</p>
</div>
<p><em>*Artigo publicado originalmente em agosto de 2021 e atualizado em julho de 2021.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A 4ª Revolução Industrial já começou: entenda os impactos</title>
		<link>https://conteudo.traycorp.com.br/4-revolucao-industrial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tray Corp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 14:47:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de assinatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 4ª Revolução Industrial trouxe diversos impactos para o mercado, afetando também o e-commerce. Saiba o que muda na Indústria 4.0!</p>
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		<p>O avanço da tecnologia e a consequente globalização modificaram completamente a forma como as empresas se relacionam com seus consumidores. Outra mudança foi em como nos relacionamos enquanto sociedade. Tudo isso também se reflete em outros setores, como a indústria, que está presenciando a 4ª Revolução Industrial.</p>
<p>Se o fim do século XVIII ficou marcado pela mecanização do processo de trabalho durante a 1ª Revolução Industrial, agora, no que também é conhecido como Indústria 4.0, a tendência é utilizar mais e mais recursos e ferramentas que facilitem e otimizem a rotina de trabalho. Os impactos no mercado, portanto, são muitos e é preciso estar preparado.</p>
<p>Mas você sabe como fazer isso? Quais as ferramentas e estratégias que precisa adotar para se adaptar de forma precisa às novas tendências do setor? Ou mesmo quais os impactos e benefícios que a 4ª Revolução Industrial pode causar, por exemplo, em um e-commerce? Continue a leitura deste artigo completo para saber tudo sobre Indústria 4.0!</p>
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<h2>Quais foram as Revoluções Industriais ao longo dos anos?</h2>
<p>Antes de nos aprofundarmos nos benefícios da 4ª Revolução Industrial e como você precisa se planejar para ter sucesso nesse período, é importante compreender um pouco mais sobre as revoluções que antecederam a Indústria 4.0, certo? Por isso, separamos um resumo do que aconteceu em cada um dos três processos anteriores. Confira!</p>
<h3>1ª Revolução Industrial</h3>
<p>Iniciada na Inglaterra, a 1ª Revolução Industrial foi marcada pela mudança do sistema feudal para o capitalista e, é claro, por um novo, revolucionário e tecnológico processo produtivo. Antes, o trabalho era feito artesanalmente, com instrumentos mais rudimentares nas casas ou em pequenas oficinas. A revolução modificou essa relação.</p>
<p>Com a chegada das máquinas, o trabalho passou a ser desenvolvido nas fábricas, reduzindo o tempo de produção, aumentando os resultados gerados durante uma jornada de trabalho e, como consequência, gerando lucros mais abundantes. Na prática, o trabalhador deixa de ser o responsável por todas as etapas, com uma visão geral sobre o processo, e passa se concentrar em uma só, especializando-se nela.</p>
<p>Ou seja, ele passa a ser apenas uma parte da estrutura de trabalho e não o responsável direto pela fabricação de um produto. Os reflexos se estenderam também com a consolidação do trabalho assalariado, com cada funcionário sendo remunerado pelo tempo e nível de produção na fábrica, estabelecendo-se, assim, uma nova relação de trabalho.</p>
<h3>2ª Revolução Industrial</h3>
<p>No período seguinte, a 2ª Revolução Industrial, as fábricas começam a se organizar e a desenvolver novos produtos em seus processos internos. Com a chegada da eletricidade, o vapor fica de lado e os processos de fabricação se tornam muito mais eficientes e produtivos, já que novas ferramentas e soluções foram criadas para otimizar o trabalho.</p>
<p>As fontes de energia também se modificaram, com o petróleo substituindo o carvão e possibilitando uma produção maior. Na prática, portanto, esse período representou o avanço em relação à revolução anterior, aprimorando, com novas técnicas e processos mais eficientes, tudo o que já havia sido conquistado.</p>
<p>As máquinas de tecer mais básicas, por exemplo, começaram a dar lugar a motores elétricos e de combustão. Para se ter uma ideia, foi nesse período que invenções como o telefone, as ondas de rádio e as baterias químicas foram criadas: um avanço em busca de maior produtividade nos diversos ambientes de trabalho e na sociedade.</p>
<h3>3ª Revolução Industrial</h3>
<p>Após a Segunda Guerra Mundial, o foco das indústrias voltou a ser o avanço tecnológico e o aprimoramento de suas estruturas de trabalho. Esses avanços, porém, deixaram de se restringir aos sistemas de produção e começaram a integrar a área da ciência também e, não à toa, também é conhecida como Revolução Técnico-Científico-Informacional.</p>
<p>Robótica, informática e telecomunicações são setores que começam a se desenvolver e, consequentemente, aprimoram ainda mais os processos produtivos dentro das fábricas. A mão de obra passa a ser mais qualificada e as tecnologias, ainda mais impactantes e eficientes.</p>
<p>Esse período também fica marcado pela maior facilidade de interação entre as pessoas, criando uma rede de troca de informações mais ampla e rápida, sendo o primeiro passo para a redução das fronteiras geográficas. A conectividade, portanto, acaba sendo mais um dos ganhos durante a 3ª Revolução Industrial.</p>
<h3>4ª Revolução Industrial</h3>
<p>O que todas as revoluções têm em comum? O aprimoramento do que foi feito na etapa anterior, certo? Quando falamos da 4ª Revolução Industrial, isso não é diferente, já que a ideia é encontrar formas mais práticas, produtivas e eficientes de realizar um trabalho, seja em um e-commerce, seja em uma fábrica.</p>
<p>A Indústria 4.0 é, portanto, a utilização de máquinas e ferramentas ainda mais inteligentes, que têm alta capacidade de processar dados, encontrar soluções e auxiliar no processo de tomada de decisão, por exemplo. A partir de um maquinário mais integrado, automatizado e com cada vez menos barreiras, o trabalho tem tudo para ser ainda mais eficiente.</p>
<h2>Quais são os impactos e benefícios da 4ª Revolução Industrial?</h2>
<p>Você já pensou, em algum momento de reflexão sobre seu desempenho no trabalho, se precisa de mais integração entre os diversos sistemas que compõem a estrutura do seu negócio? Ou seja, que as diferentes ferramentas se comuniquem entre elas e tornem o trabalho ainda mais eficiente e preciso em busca de melhores resultados?</p>
<p>Benefícios como esse são possíveis graças à Indústria 4.0, que permite a utilização mais inteligente dos recursos disponíveis e um melhor aproveitamento do tempo. Mas, para que você não tenha dúvidas da importância da Indústria 4.0 para seu negócio, listamos as principais vantagens. Confira!</p>
<h3>Tempo real</h3>
<p>A sociedade já está conectada e acostumada com tudo em tempo real. Afinal, um simples smartphone consegue acessar sua conta bancária e permite que você troque informações com qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo.</p>
<p>Para um e-commerce, isso pode ser extremamente valioso para estreitar relações com os clientes: seja para oferecer um <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/sac-3-0/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">atendimento completo</a> e ativo por 24 horas em diversos canais de contato, seja para agilizar os processos internos e disponibilizar, por exemplo, uma entrega mais rápida aos seus consumidores.</p>
<p>A comunicação com o estoque em tempo real permite que você, além de um maior controle, possa acelerar algumas etapas — algo extremamente valioso nos dias de hoje, especialmente pelo comportamento cada vez mais exigente do consumidor. Afinal, ninguém quer ficar esperando por respostas de uma dúvida ou questionamento, assim como entregas que demoram muito tempo deixam o consumidor insatisfeito. Tudo isso acaba sendo minimizado na Indústria 4.0.</p>
<h3>Virtualização</h3>
<p>Para alcançar o sucesso, o trabalho de gestão é fundamental, certo? E nada melhor do que as simulações para tornar essa tarefa ainda mais precisa e próxima da realidade, permitindo que você se planeje bem. Com a 4ª Revolução Industrial, o processo de virtualização se torna ainda mais palpável.</p>
<p>Para quem precisa administrar o estoque de uma fábrica ou e-commerce, por exemplo, esse tópico pode ser muito importante para facilitar o processo de monitoramento remoto, tornando-o ainda mais preciso e ágil. Com a versão digitalizada da planta original graças a sensores, você identifica com mais facilidade a situação, em tempo real, do estoque.</p>
<p>Além disso, a virtualização garante mais flexibilidade para todos os seus processos internos e, consequentemente, uma melhoria significativa no sistema de logística e entrega do seu negócio. Por meio de sistemas integrados, a produtividade de toda a equipe tende a aumentar com a adoção das principais práticas da Indústria 4.0.</p>
<h3>Descentralização e mais eficiência</h3>
<p>Outro benefício proporcionado pela Indústria 4.0 é a descentralização dos módulos de trabalho. De certa forma, lembra um pouco o período da 1ª Revolução Industrial, quando o homem passou a fazer parte de uma estrutura maior e cada peça era responsável por determinada função dentro daquele processo.</p>
<p>Obviamente, é uma mudança muito mais tecnológica, avançada e eficiente, tornando cada etapa (do gerenciamento das suas páginas online até o trabalho de logística) mais independente, tornando o controle remoto uma realidade. Na prática, tudo pode ser comandado a partir do mesmo ponto, aumentando a eficácia desse trabalho.</p>
<h3>Modularidade</h3>
<p>Uma mudança muito sensível em relação às revoluções anteriores é a ideia de que cada linha de montagem precisa produzir o mesmo item, por exemplo. Ou seja, um mesmo módulo só é capaz de fazer um mesmo trabalho ou função. Porém, como atender aos desejos de um consumidor mais exigente de forma benéfica para seu negócio?</p>
<p>A Indústria 4.0 chega justamente para combater esse problema e permitir que, dentro de uma fábrica, galpão ou armazém, uma mesma máquina ou linha de produção consiga oferecer atendimento e/ou serviço personalizado. Essa modularidade garante flexibilização para que o trabalho seja feito de acordo com a demanda do momento.</p>
<h3>Custos reduzidos</h3>
<p>Como consequência de todos os itens citados anteriormente, chegamos ao ponto que é sempre do interesse de qualquer profissional: redução de custos. Segundo um <a href="http://www.industria40.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">relatório</a> do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a principal vantagem do desenvolvimento da Indústria 4.0 é gerar redução nos custos industriais.</p>
<p>Esse benefício pode ser reflexo, por exemplo, da economia e uso mais inteligente da energia, da maior eficiência das ferramentas, máquinas e processos ou até mesmo com a redução dos custos com manutenção de aparelhos. Portanto, a tendência é que você consiga oferecer um serviço e/ou produto ainda melhor e, de quebra, diminuir os gastos.</p>
<p>No caso específico de um e-commerce, isso é ainda mais importante, já que permite que você ofereça, por exemplo, preços mais competitivos em relação aos concorrentes, conseguindo se destacar aos olhos dos consumidores. Além disso, tende a facilitar o seu trabalho de gestão, aplicando os recursos de maneira mais inteligente e precisa.</p>
<h2>Qual a relação entre a 4ª Revolução Industrial e a transformação digital?</h2>
<p>Muito se fala em <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/transformacao-digital-no-e-commerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">transformação digital</a>, porém, você realmente sabe o que significa esse conceito na prática? Com tantos avanços na tecnologia e ciência nos últimos anos, os reflexos não se limitaram ao dia a dia dentro da sociedade, com os smartphones e outros recursos cada vez mais presentes na vida de qualquer pessoa.</p>
<p>A transformação digital é, portanto, o ato de modificar a forma como a empresa usa a tecnologia. Não basta criar páginas nas redes sociais e manter um blog — é colocar diferentes recursos, ferramentas e soluções no processo de trabalho da organização. A partir de uma mudança estrutural profunda, é possível ter resultados mais positivos.</p>
<p>Desde acompanhar métricas e indicadores até a <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/automacao-no-e-commerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">automação de processos</a>, quando as tecnologias são utilizadas para aprimorar essas tarefas, podemos dizer que a transformação digital está dando as caras. A tecnologia, portanto, deixa de ser um simples coadjuvante e passa a ter uma função mais central dentro de cada estrutura.</p>
<p>Apenas a partir dessa evolução é que foi possível o surgimento da 4ª Revolução Industrial. Afinal, só assim é possível aproximar as realidades do mundo físico, digital e até mesmo biológico. A Indústria 4.0, portanto, é fruto da transformação digital, que abriu as portas para que esses avanços e mudanças chegassem ao setor.</p>
<h2>Quais ferramentas utilizar para abraçar a 4ª Revolução Industrial?</h2>
<p>Mas como colocar a 4ª Revolução Industrial em prática dentro da sua organização? A ideia agora é ajudar você nessa tarefa e, por isso, separamos algumas das ferramentas, conceitos e soluções mais importantes para ficar de olho dentro desse processo e, assim, potencializar suas chances de sucesso neste período.</p>
<h3>Computação na nuvem</h3>
<p>Ouvir músicas por meio do serviço de streaming e salvar fotos e mensagens: a computação em nuvem já faz parte da rotina da nossa sociedade. O armazenamento online de arquivos e documentos se tornou algo normal nos dias de hoje e isso deve ser importado para o seu negócio, seja qual for seu segmento de atuação.</p>
<p>Além de ser peça fundamental para o bom funcionamento da estrutura das fábricas, armazéns e estoques, as vantagens dessa ferramenta são muitas. A redução dos custos, por exemplo, é um deles, já que não é necessário utilizar a estrutura física de softwares e hardwares, necessitando de um investimento muito menor.</p>
<p>A velocidade também é outra vantagem, já que tudo é muito mais simples e fácil de ser acessado de qualquer lugar e em qualquer momento. A <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/seguranca-no-e-commerce-dicas-avancadas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">segurança</a> é outro ponto forte, especialmente com o backup de dados e informações de forma automática, que vai proteger seu negócio de fraudes ou eventuais problemas que possam surgir.</p>
<h3>Big Data</h3>
<p>A quantidade de informações é cada vez maior e a facilidade para encontrá-las também cresce bastante. Afinal, os usuários divulgam seus dados a todo momento e, por isso, nem sempre é possível captá-los de maneira eficiente. Por isso, o conceito de Big Data se torna mais e mais importante para o sucesso de algumas empresas na Indústria 4.0.</p>
<p>Conseguir filtrar essas informações e transformá-las em ações, estratégias ou campanhas realmente úteis para o usuário é um diferencial. Sem isso, você está apenas desperdiçando seu tempo ao juntar dados que pouco vão agregar ao negócio. Essa é, portanto, a melhor forma de compreender os desejos e o perfil dos consumidores.</p>
<p>Com uma análise aprofundada dessas informações, você potencializa as chances de sucesso das suas ações e estratégias. Afinal, você vai ter o embasamento do que o consumidor espera para conseguir oferecer um serviço melhor ou produtos que mais lhe agradam, por exemplo.</p>
<p>Consequentemente, a produtividade do seu negócio tende a aumentar, com um uso mais inteligente dessas informações. Ao transformar esses dados em aplicações práticas, você torna o negócio mais eficiente e produtivo, captando e filtrando o que mais de importante está disponível no mundo digital para o desenvolvimento da sua empresa.</p>
<h3>Internet das Coisas</h3>
<p>Televisões, smartphones, computadores, caixas de som, enfim, cada vez mais coisas ao nosso redor estão conectadas, ou seja, proporcionando uma interação maior entre os mais variados dispositivos. Querendo ou não, a Internet das Coisas (IoT) já faz parte da nossa rotina e é preciso que seu negócio esteja adaptado o suficiente para atender a essas demandas.</p>
<p>Investir nessa prática, portanto, é fundamental para o funcionamento de fábricas e estoques inteligentes. Digitalizando esses processos, a tendência é um aumento da produtividade e rendimento de cada um dos processos. Afinal, com tudo conectado, a tendência é que todas as ações se tornem mais precisas e eficientes, evitando erros e desperdícios.</p>
<p>Com os equipamentos conectados, é muito mais simples realizar a ligação entre os diferentes serviços que envolvem uma fábrica. Os setores de logística, fornecedores, suprimentos, enfim, com tudo conectado, os processos tendem a ser muito mais rápidos e eficientes.</p>
<p>Além disso, com o conceito da Internet das Coisas, a ideia é que todos os dispositivos presentes na planta da fábrica consigam gerar informações e transmiti-las por meio do conceito de Computação na Nuvem, como abordamos anteriormente. Dessa forma, as ferramentas não vão apenas produzir os dados, mas também vão conseguir realizar uma análise detalhada sobre eles.</p>
<p>Conectados via nuvem, os sistemas passam a interagir entre eles, trocando informações e fornecendo dados cada vez mais detalhados para serem utilizados. Portanto, o processo produtivo clássico, que segue um mesmo caminho por todo o percurso, acaba ficando para trás.</p>
<p>É possível ter, em tempo real, um contato direto com a linha de produção. Assim, se torna viável uma análise da qualidade do produto ainda dentro do processo de fabricação. Ou seja, maior eficiência de toda a produção daquela planta. As máquinas passam a tomar decisões baseadas na relação entre elas, não exigindo a presença de um operador em todo o processo, por exemplo.</p>
<p>Os benefícios são inúmeros, começando pela redução do número de operações e, consequentemente, do custo de todo o processo. A performance de todos os seus ativos tende a ser melhor, a produção deve crescer e, mais importante, você vai conseguir transformar dados e informações em inteligência para o seu negócio.</p>
<h2>Quais estratégias adotar para superar os desafios da Indústria 4.0?</h2>
<p>Além de saber quais são as principais ferramentas a serem adotadas dentro da sua empresa, é importante colocar algumas estratégias em prática para garantir que o trabalho seja, de fato, eficiente. Confira quais são elas e as principais razões para que você se dê a devida atenção aos seguintes pontos.</p>
<h3>Foco na experiência do consumidor</h3>
<p>Uma necessidade dentro dessa era é pensar na <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/plataforma-otimizar-experiencia-do-cliente/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">experiência que o consumidor</a> vai ter com a sua marca. Portanto, para garantir que ferramentas, conceitos e soluções sejam, de fato, positivas para o negócio, é fundamental entender o comportamento de quem você quer que compre seus produtos e/ou serviços.</p>
<p>Estudar e analisar o perfil do consumidor é o primeiro passo para saber o que ele está procurando e como você pode atender a essa demanda. Afinal, de nada adianta ter todas as tecnologias à sua disposição se, na prática, você não sabe como utilizá-las de forma adequada para o que o usuário deseja.</p>
<h3>Pense na cadeia logística</h3>
<p>Levando o exemplo para um e-commerce, é importante pensar também em toda a cadeia de logística e produção. Analisar todo esse cenário vai permitir que você identifique o que precisa ser aprimorado e aquilo que está prejudicando o desempenho do seu negócio. Assim, é mais simples saber quais os passos a serem colocados em prática.</p>
<h3>Monitoramento constante</h3>
<p>Além disso, é preciso ficar constantemente de olho em todas as operações, seja na sua estratégia de Marketing Digital para divulgar o e-commerce, seja para aprimorar o trabalho de entrega dos produtos. Analisando regularmente cada uma dessas etapas, fica mais fácil verificar eventuais problemas e se antecipar com as soluções.</p>
<p>A 4ª Revolução Industrial chegou e é preciso que seu negócio esteja preparado para se adaptar aos novos cenários que vão surgindo e, é claro, ao novo comportamento dos consumidores. Fazendo uma gestão eficiente, a tendência é que sua empresa consiga se aproveitar dos benefícios desse período e potencialize os resultados mês a mês.</p>
<p>Com o planejamento adequado, é possível utilizar essas mudanças a seu favor, facilitando, por exemplo, o relacionamento dos consumidores com ferramentas de CRM e otimizando o processo de produção com sistemas integrados. Abraçar essas transformações é, portanto, vital para garantir o sucesso do seu negócio a longo prazo.</p>
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		<title>E-commerce D2C: conheça as principais vantagens para a indústria</title>
		<link>https://conteudo.traycorp.com.br/e-commerce-d2c/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tray Corp]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2019 10:00:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E-commerce D2C: conheça as vantagens de vender os produtos da indústria diretamente para o consumidor final. </p>
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		<p>O avanço da tecnologia em vários campos, principalmente comunicação e <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/automacao-no-e-commerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">automação</a>, criou novas oportunidades para negócios que não seriam possíveis algumas décadas atrás.</p>
<p>O e-commerce D2C é um grande exemplo disso. Essa modalidade de loja virtual está transformando a relação entre marcas e público, dando muito mais controle e personalidade para as empresas que investem nela.</p>
<p>Mas o que é D2C? Por que e como aplicar? Neste artigo, você vai descobrir a resposta para essas perguntas. Vamos lá?</p>
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<h2>O que é a estratégia Direct to Consumer?</h2>
<p>Antes da popularização da internet, a única forma que a indústria tinha para ter alcance grande para seus produtos era contando com os varejistas.</p>
<p>Uma empresa podia até ter lojas próprias para seus produtos, mas, a não ser que houvesse um investimento imenso na estratégia, ela estaria sempre limitada à área de influência de seus pontos de venda.</p>
<p>Hoje, é possível ter uma loja própria que esteja visível e disponível em todo o mundo, sem barreiras físicas. Perante esse cenário, vários negócios começaram a perceber que poderiam ter muito mais engajamento no relacionamento com a marca se pudessem gerir a jornada do consumidor do início até o fim.</p>
<p>Essa é a estratégia Direct to Consumer. Em vez de buscar os varejistas que se alinham em mensagem e público-alvo com o seu produto para vender, marcas estão preferindo ser elas mesmas o ambiente em que o cliente descobre, considera e realiza a compra.</p>
<p>Várias marcas mundiais estão apostando nessa estratégia, seja exclusivamente ou em conjunto com outras frentes de venda. É o caso de algumas notáveis como Apple e <a href="https://qz.com/1236255/nike-is-expanding-its-direct-to-consumer-digital-business-and-acquired-zodiac-an-analytics-firm/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nike</a>.</p>
<h2>Quais as vantagens de possuir um e-commerce D2C?</h2>
<p>Para entender por que tantas empresas estão migrando para o e-commerce D2C, é só considerar os benefícios que a estratégia está trazendo de retorno para quem aposta nela. As vantagens são diversas, mas podemos agrupá-las em 3 pontos principais.</p>
<h3>Controle sobre a mensagem e sobre o produto</h3>
<p>Mesmo em parcerias próximas em uma cadeia de varejo, é difícil controlar como seu produto está sendo exibido e apresentado para o seu público em ambientes de terceiros.</p>
<p>Quem busca mais controle sobre como seu produto é visto, a mensagem que ele passa e qual público atrai está preferindo colocar toda essa cadeia dentro de sua estratégia. A empresa tem a capacidade de elaborar e adaptar sua identidade em ajustes finos, otimizando ao máximo os resultados dentro do perfil de cliente que mais se engaja.</p>
<h3>Relacionamento mais próximo</h3>
<p>A consequência desse controle de mensagem é que o negócio consegue falar com seu público sem ruídos. Você conhece melhor seu cliente e pode explorar <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/canais-de-atendimento-ao-cliente/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">novos canais de comunicação</a> que gerem mais conexão com ele. Tudo isso já atrelado a um funil de vendas.</p>
<h3>Faturamento mais rápido</h3>
<p>E é claro que não dá para não citar os ganhos financeiros do D2C. A eliminação de intermediários aumenta a margem de lucros e agiliza o faturamento, que entra diretamente no caixa da empresa.</p>
<h2>Quais são os principais desafios do D2C?</h2>
<p>Para garantir todas essas vantagens no e-commerce D2C, é preciso estratégia. Não é só montar uma loja própria e achar que isso vai resolver todos os problemas. Veja quais são os maiores desafios para ter sucesso!</p>
<h3>Logística de entrega</h3>
<p>Varejos já têm sua operação logística consolidada; por isso, é preciso inteligência e otimização para competir na qualidade da entrega.</p>
<p>É um desafio que vai exigir planejamento interno para processamento de pedidos, tecnologia e automação na gestão e, se possível, parcerias com empresas especializadas.</p>
<h3>Atendimento de qualidade</h3>
<p>Se o objetivo do D2C é criar uma conexão mais próxima e significativa com seu cliente, que gere engajamento e fidelização, a qualidade do atendimento vai fazer toda a diferença para o sucesso da estratégia. Ela precisa não só ser eficiente, como acompanhar a identidade criada para seu produto.</p>
<h3>Gestão mais abrangente</h3>
<p>A gestão D2C envolve muita operação: no estoque, nos pedidos, na entrega, na resolução de problemas. A integração de dados com sistemas empresariais é a saída para vencer esse desafio, dando a visão necessária para gerir tantos aspectos diferentes de uma administração.</p>
<h3>Adequação a um novo público</h3>
<p>O público que consome marcas diretamente é mais exigente na personalização, no tratamento, no atendimento e na qualidade do serviço em geral.</p>
<p>Quem aposta no D2C precisa saber que vai ser cobrado por essa expectativa e nutrir melhor esse público engajado. O ganho em fidelização quando esse patamar é alcançado vale muito a pena.</p>
<h2>Como transformar seu e-commerce em D2C?</h2>
<p>É óbvio que, se você quer investir no Direct to Consumer, vai precisar fazer readequações administrativas, financeiras e principalmente operacionais.</p>
<p>Mas queremos terminar o texto com outro foco muito importante: como deve ser a sua estratégia de consolidação no D2C. Veja algumas dicas para começar uma loja virtual própria para seus produtos!</p>
<h3>Pense na identidade do seu produto</h3>
<p>Seja <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/b2b-e-b2c-e-possivel-atender-em-uma-unica-loja/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">B2B ou B2C</a>, toda marca tem uma identidade, mesmo que seus gestores não a busquem ativamente. É hora de tomar controle dessa personalidade.</p>
<p>Identifique nas características do seu produto oportunidades de tratá-lo mais pessoalmente e como essa mensagem seria passada ao público. Identidade traz proximidade e exclusividade. São valores agregados incríveis para qualquer negócio.</p>
<h3>Entenda a sua persona e torne-a o foco da estratégia</h3>
<p>Essa identidade vai partir muito também do público que você quer atingir. Quem é a sua <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/persona-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">persona</a>? Quais são os seus hábitos? Como consome seu produto, mídia, informação?</p>
<p>Esse conhecimento vai facilitar a elaboração de uma mensagem e uma abordagem que seja mais atrativa para o cliente que você quer conquistar. No D2C, esse é um fator muito importante para a decisão de compra.</p>
<h3>Abuse do omnichannel</h3>
<p>Uma empresa que vende diretamente para o consumidor precisa de alcance em sua mensagem, estando disponível em todos os canais de comunicação que possam ser utilizados pela persona.</p>
<p>É aí que entra a fundamental <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/marcas-experiencia-omnichannel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estratégia do omnichannel</a>. O Direct to Consumer pode ser uma mistura de loja virtual e física e ainda complementar com marketplaces e outras iniciativas, como vendas em redes sociais.</p>
<p>Quanto mais canais, mais clientes são expostos à personalidade da sua marca. Quanto mais bem desenvolvida ela for, com <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/customer-centric/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">foco no cliente</a>, mais próxima ela estará do seu público.</p>
<p>Levantando todos esses pontos, é fácil entender por que tantas marcas estão apostando em e-commerce D2C: é a oportunidade perfeita para criar um público cativo e cortar todos os intermediários ao longo dessa relação.</p>
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		<title>Representante comercial: o que muda no e-commerce B2B</title>
		<link>https://conteudo.traycorp.com.br/representante-comercial-ecommerce-b2b/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tray Corp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2019 11:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de assinatura]]></category>
		<category><![CDATA[Plataforma para e-commerce]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/?p=6886</guid>

					<description><![CDATA[<p>No e-commerce B2B, a figura do representante comercial pode assumir outros papéis. Saiba como essa relação funciona na prática e os benefícios!</p>
<p>O post <a href="https://conteudo.traycorp.com.br/representante-comercial-ecommerce-b2b/">Representante comercial: o que muda no e-commerce B2B</a> apareceu primeiro em <a href="https://conteudo.traycorp.com.br">Blog</a>.</p>
<hr style="border-top: black solid 1px" /><a href="https://conteudo.traycorp.com.br/representante-comercial-ecommerce-b2b/">Representante comercial: o que muda no e-commerce B2B</a> was first posted on maio 2, 2019 at 8:00 am.<br />&copy;2020 &quot;<a href="http://traycorp.web-ded-311443a.kinghost.net">Tray Corp</a>&quot;. Use of this feed is for personal non-commercial use only. If you are not reading this article in your feed reader, then the site is guilty of copyright infringement. Please contact me at <!--email_off-->marketing@traycorp.com.br<!--/email_off--><br />]]></description>
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		<p>Depois que o modelo B2B — business to business — chegou no e-commerce, esse tornou um caminho praticamente sem volta. Nesses casos, fabricantes e distribuidores fornecem para outras empresas (dos mais variados portes), mas também podem contar com a possibilidade de ganhar participação no mercado B2C, ou seja, <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/sell-in-sell-out/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vendendo diretamente para os clientes finais</a>.</p>
<p>A fim de ajudar a aumentar a carteira de clientes e obter resultados em vendas ainda mais satisfatórios, essas organizações podem fechar parcerias com os representantes comerciais virtuais. Neste post, vamos explicar melhor como isso pode ser feito. Saiba mais!</p>
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<h2>O que muda no e-commerce B2B para o representante comercial?</h2>
<p>O papel de vendedor — como simples coletador de pedidos — deixa de existir no e-commerce B2B. Dessa forma, o representante comercial virtual atua mais próximo de um consultor, foca na captação de clientes e contribui para ampliar a região de atendimento e, consequentemente, a carteira de clientes.</p>
<p>Entre os mais variados modelos de business to business, está o chamado &#8220;escopo fechado&#8221;. Nele, apenas algumas pessoas têm acesso ao site da loja virtual, mediante login. Isso porque, ao vender apenas para pessoas jurídicas, não faz sentido deixar o e-commerce aberto ao público em geral, disponibilizando informações como preço para quem não é o cliente preferencial dessa etapa (como o consumidor final ou concorrentes).</p>
<p>Na prática, os e-commerces B2B que contam com o representante comercial virtual, passam a ter uma figura de intermediação com os compradores em potencial. Assim, é ele quem fica responsável por manter o relacionamento com esse público e buscar maneiras de expandir sua carteira de clientes.</p>
<h2>Quando é indicado fazer uma parceria entre e-commerce e representantes?</h2>
<p>Um dos momentos mais estratégicos para fechar parcerias entre representantes e e-commerce é quando a loja virtual decide ampliar a região de atendimento em busca de novos compradores. Nesse sentido, a representação é feita com o intuito de divulgar melhor a empresa e atuar como uma espécie de consultor.</p>
<p>Isso serve, especialmente, em um modelo B2B de escopo fechado, citado acima. Assim, o representante passa a ter acesso em um site exclusivo, com informações restritas, servindo como um intermediador entre clientes e o fornecedor.</p>
<h2>Como essa parceria pode ser estabelecida?</h2>
<p>Geralmente, são assinados contratos que estabelecem uma remuneração comissionada. Dessa forma, sempre que um cliente realiza uma compra utilizando o código do representante (ou o próprio profissional insere o pedido), gera-se um percentual sobre o valor total da venda.</p>
<p>Com o objetivo de tornar a estratégia ainda mais eficaz, as empresas também podem emitir cupons de desconto. Isso ajuda a estimular as vendas e, ao mesmo tempo em que o representante recebe a bonificação acordada, o e-commerce consegue aumentar o faturamento.</p>
<p>Também existe a possibilidade de o profissional ter o próprio site, semelhante ao da empresa, no qual as vendas são realizadas. Com isso, o cliente registra os pedidos direto com o representante, em vez de fazer as aquisições na loja virtual do fabricante — é um modelo semelhante ao que ocorre em marketplaces de varejistas online.</p>
<p>Além disso, a manutenção do relacionamento e a recorrência de compra por parte dos clientes antigos faz com que o representante possa focar os esforços em prospectar mais clientes e aumentar a base.</p>
<h2>Quais são os benefícios dessa parceria?</h2>
<p>O estabelecimento de uma parceria desse tipo pode trazer diversos benefícios (para ambas as partes). Os principais deles envolvem a redução de custos com a impressão de catálogos dos produtos e agilização do processo de cadastro de pedidos.</p>
<p>Outro ponto que vale a pena citar é a possibilidade de as empresas terem um intermediário que aproxime o relacionamento. Isso ajuda a entender melhor as demandas e desejos desses compradores, o que permite criar promoções automatizadas e personalizadas.</p>
<h3>Maior rapidez nos processos</h3>
<p>Em vez de o representante viver viajando até os clientes para anotar os pedidos e voltar até a empresa a fim de registrá-los, isso pode ser feito online de qualquer lugar — inclusive do celular. Esse detalhe agiliza as negociações e o prazo de despacho e entrega do produto.</p>
<p>Dessa forma, o tempo entre o processamento do pedido e o recebimento das mercadorias pelo comprador reduz consideravelmente, principalmente em função das automatizações e devido ao fato de o <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/evitar-ecommerce-fora-do-ar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">e-commerce funcionar 24 horas por dia</a> (permitindo que as aquisições sejam concluídas a qualquer momento).</p>
<p>Tudo isso facilita o trabalho do representante comercial virtual, otimizando a gestão da carteira de clientes, além de aumentar a satisfação em relação ao serviço prestado — um ponto que é fundamental para a fidelização.</p>
<h3>O papel de uma plataforma de e-commerce</h3>
<p>Uma plataforma de e-commerce robusta e completa, que viabiliza esse tipo de trabalho é fundamental para que essa parceria seja bem-sucedida. Nos próximos tópicos, vamos explicar melhor como ela contribui para otimizar as rotinas de trabalho.</p>
<h4>Acompanhamento do desempenho dos representantes</h4>
<p>O gestor pode acompanhar pela plataforma o desempenho de vendas de cada representante, obtendo relatórios de como as negociações foram feitas no atacado. Assim, pode-se avaliar (de forma mais ágil) se a parceria é mesmo vantajosa e se vale a pena manter os representantes parceiros do negócio.</p>
<h4>Possibilidade de trabalhar B2B e B2C com preços distintos</h4>
<p>Uma <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/particularidades-vendas-b2b-online/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">negociação B2B tem regras distintas</a> do modelo B2C, como é o caso dos preços oferecidos aos clientes devido à grandiosidade dos pedidos — um dos principais aspectos ligados ao business to business. Com a plataforma adequada, é possível gerir um site que permita os dois tipos de interações.</p>
<p>Na prática, enquanto os clientes finais conseguem enxergar o preço diretamente no site, as empresas (no B2B) contam com uma área restrita e conseguem visualizar outro valor para os mesmos produtos. Vale ressaltar que isso não fica explícito e aberto a todos que acessam o site.</p>
<p>Também é possível estabelecer regras de desconto para que o representante siga os parâmetros estabelecidos. Assim, se o <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/b2b-e-b2c-e-possivel-atender-em-uma-unica-loja/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">e-commerce trabalha com B2B e B2C</a>, por exemplo, pode registrar preços diferentes para compras feitas acima de determinada quantidade de itens.</p>
<p>O papel do representante comercial virtual dentro do B2B se torna diferente do modelo tradicional como conhecemos (que atua mais como um vendedor responsável por colocar os pedidos). Ele se torna um verdadeiro parceiro de negócios, contribuindo para que o e-commerce alcance resultados cada vez mais aprimorados.</p>
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		<title>Mudanças no perfil do consumidor B2B: como usar o formato de e-commerce a seu favor</title>
		<link>https://conteudo.traycorp.com.br/mudanca-perfil-consumidor-b2b/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Zana Girelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2019 21:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de assinatura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/?p=7003</guid>

					<description><![CDATA[<p>O perfil do consumidor B2B mudou e o e-commerce é um excelente aliado para atender às exigências desse novo público. Saiba por quê!</p>
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		<p>Esqueça o perfil tradicional de clientes B2B. Executivos de terno e gravata aguardando reuniões comerciais extensas em que é apresentado um catálogo de produtos para um contrato de longo prazo. Hoje, <a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/de-empresa-para-empresa-conheca-as-principais-diferencas-para-vender-mais-no-b2b/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">o consumidor B2B</a> é mais jovem, mais conectado e deseja uma experiência semelhante a que tem no B2C — e, de preferência, mobile. Quanto antes os lojistas com foco em empresas perceberem isso, melhor sairão na corrida pela atenção do cliente.</p>
<p>Segundo dados de uma <a href="https://www.thinkwithgoogle.com/consumer-insights/the-changing-face-b2b-marketing/">pesquisa promovida pelo Google</a>, quase metade dos consumidores B2B tem entre 18 e 35 anos, integrando a classificação de <a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/millennials/">millennials</a> (nascidos nas décadas de 1980 e 1990).</p>
<p>É preciso ter atenção especial a esse público, pois, mesmo quando eles não são os decisores diretos, apresentam grande influência no processo de compra. Afinal, cresceu o poder de atuação dos funcionários nas compras B2B em relação aos executivos mais altos (também conhecidos como C-suite). De acordo com o mesmo estudo, colaboradores de menor escalão apresentam a palavra final em 24% das situações quando o assunto é transações B2B.</p>
<p>Assim, mais uma vez, o ponto principal é a experiência do usuário. Os consumidores desejam a mesma velocidade e fluidez nas compras profissionais que encontram no seu consumo pessoal.</p>
<p>Trata-se de muito mais do que disponibilizar um catálogo online de produtos. É preciso que toda a jornada de compra possa ser concluída por esse meio, de maneira facilitada e sem a necessidade da figura de um intermediador. E mais: ela precisa ser mobile e apresentar um diferencial em relação à concorrência.</p>
<p>De acordo com <a href="https://www.bcg.com/publications/2017/marketing-sales-digital-go-to-market-transformation-mobile-marketing-new-b2b-buyer.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">pesquisa realizada pelo The Boston Consulting Group</a> (BCG), 60% dos entrevistados afirmaram que o celular apresenta um papel significativo nas compras B2B. O mesmo estudo concluiu, ainda, que o uso de dispositivos móveis pode acelerar em até 20% o tempo de aquisição.</p>
<p>Além da responsividade mobile, funções como faixas diferenciadas de preço por perfil de usuário e aprovação de cadastro e crédito são essenciais para viabilizar a operação do B2B online. Além disso, recursos como multi CD possibilitam que a indústria opere dentro do conceito de omnichannel, melhorando a qualidade da jornada para o cliente. Pensar nesses aspectos é fundamental para atrair e manter esses consumidores no ambiente digital, reduzindo custos e agilizando a operação.</p>
<p>E essa não é uma via de mão única. Com as compras acontecendo em uma plataforma digital, é possível ter uma compreensão ímpar do perfil dos seus clientes a partir da análise detalhada de dados demográficos e de comportamento de consumo. Além disso, o próprio sistema oferece possibilidades de personalizar essa experiência, como a sugestão de outros produtos baseados no histórico de compras, a assinatura de um plano de recorrência de reposição de mercadorias, etc.</p>
<p>O novo perfil de consumidor B2B deseja a união da customização gerada pelas relações humanas com a praticidade do meio digital. Quem conseguir fornecer esse equilíbrio de maneira inteligente, certamente, chegará na frente.</p>
<p><em>*Artigo publicado originalmente em <a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/mudancas-no-perfil-do-consumidor-b2b-como-usar-o-formato-de-e-commerce-a-seu-favor/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">E-commerce Brasil</a>.</em></p>
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<hr style="border-top: black solid 1px" /><a href="https://conteudo.traycorp.com.br/mudanca-perfil-consumidor-b2b/">Mudanças no perfil do consumidor B2B: como usar o formato de e-commerce a seu favor</a> was first posted on maio 1, 2019 at 6:00 pm.<br />&copy;2020 &quot;<a href="http://traycorp.web-ded-311443a.kinghost.net">Tray Corp</a>&quot;. Use of this feed is for personal non-commercial use only. If you are not reading this article in your feed reader, then the site is guilty of copyright infringement. Please contact me at <!--email_off-->marketing@traycorp.com.br<!--/email_off--><br />]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Planejamento estratégico para lojas virtuais: saiba como criar visando o B2B</title>
		<link>https://conteudo.traycorp.com.br/planejamento-estrategico-b2b/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tray Corp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 11:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de assinatura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/?p=6573</guid>

					<description><![CDATA[<p>O planejamento é um dos segredos para o sucesso de qualquer empreendimento. Saiba como fazer um planejamento estratégico para e-commerce B2B!</p>
<p>O post <a href="https://conteudo.traycorp.com.br/planejamento-estrategico-b2b/">Planejamento estratégico para lojas virtuais: saiba como criar visando o B2B</a> apareceu primeiro em <a href="https://conteudo.traycorp.com.br">Blog</a>.</p>
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		<p>Devido ao crescimento do comércio eletrônico nos últimos anos e à competitividade do setor, muitas empresas têm dedicado recursos e tempo a fazer um planejamento estratégico mais completo e eficiente.</p>
<p>Esse processo é extremamente importante para quem lida com lojas virtuais, porque somente especificando objetivos e metas claras é possível saber onde se quer chegar, tornando mais fácil a execução das ações. Além disso, quanto mais organizada for sua estratégia de negócio, melhores são suas chances de aumentar a produtividade e as vendas.</p>
<p>Pensando nisso, preparamos este artigo para que você saiba como criar um planejamento estratégico para loja virtual, com destaque para o B2B. Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!</p>
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<h2>A diferença entre o planejamento B2B e o B2C</h2>
<p>Antes de abordarmos os principais tópicos do planejamento estratégico para um e-commerce B2B, é importante que você conheça em que fatores o planejamento <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/e-commerce-b2b-como-funciona-e-como-esta-o-mercado-hoje/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">B2B se difere do B2C</a>.</p>
<p>Esses termos são muito utilizados no mundo dos negócios, pois descrevem aspectos específicos do seu público-alvo e como o e-commerce opera, além de direcionar as estratégias de marketing.</p>
<p>O B2B (do inglês Business to Business<em>)</em> refere-se a duas empresas que fazem negócios como cliente e fornecedor. Já o B2C (Business to Consumer) é o oposto, quando o consumidor final é uma pessoa física.</p>
<p>Ao contrário do B2C, o B2B costuma se concentrar em setores de nicho. Isso significa que seus clientes têm necessidades específicas e os profissionais devem focar nesses quesitos. Além disso, os compradores B2B normalmente fazem suas escolhas de modo mais racional, baseando-se em critérios mais específicos, como o preço, por exemplo.</p>
<p>Um dos grandes <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/conheca-os-principais-desafios-do-atacado-online-hoje/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">desafios de um negócio B2B</a> é encontrar formas inteligentes e interessantes de realizar vendas. Por esse motivo, um bom planejamento estratégico faz toda diferença.</p>
<h2>Como fazer um planejamento estratégico para loja virtual</h2>
<p>A base de um bom planejamento estratégico é exatamente a análise das condições encontradas naquele segmento, levando em consideração a capacidade real da empresa. O intuito é conseguir otimizar os recursos disponíveis, ganhar visibilidade e obter melhores condições de negociação.</p>
<p>Vale destacar que, para realizá-lo, é necessário analisar o histórico do seu negócio para entender o que deve ser corrigido ou melhorado. Para isso, é preciso considerar todas as áreas e funções do empreendimento, desde o fluxo de caixa até as campanhas de marketing. Certamente isso ajudará a conduzir estrategicamente o seu objetivo.</p>
<p>No entanto, caso o plano seja feito para uma empresa que ainda não existe, pode-se observar o mercado e dados de outras companhias do mesmo setor e fazer projeções baseadas nesse contexto.</p>
<p>Confira, a seguir, os principais pontos que devem estar presentes no planejamento estratégico ao elaborá-lo.</p>
<h3>Defina os objetivos do negócio</h3>
<p>Sem dúvida, esse é um dos pontos mais cruciais do planejamento, já que indica as metas que devem ser alcançadas pelo e-commerce. E para que ele seja feito de maneira adequada, é preciso estabelecer onde o negócio pretende chegar, quais os resultados devem ser atingidos e como será realizado o processo.</p>
<p>Na prática, muitos negócios online não dão certo porque as empresas não definem objetivos específicos e não acompanham a evolução do seu faturamento.</p>
<p>Dessa forma, para garantir resultados positivos, estabeleça metas claras com diferentes tipos de prazos. Não se esqueça de que, quanto mais detalhado for o objetivo, melhor será a metodologia em questão.</p>
<h3>Conheça o seu público-alvo</h3>
<p>Quando se trata de lojas virtuais, sabemos que esse é um canal extremamente competitivo, porque é acessível praticamente por todos. Por isso, é preciso buscar cada vez mais conhecimento sobre o mercado e o público para se destacar. É também durante essa etapa que a empresa escolhe o modelo a ser trabalhado, B2B ou B2C.</p>
<p>Conhecer bem os clientes é um dos pontos cruciais para trabalhar sua comunicação de maneira mais precisa e garantir sucesso no negócio. Afinal, ele é uma das principais razões da existência da sua empresa e o grande responsável pelos rendimentos.</p>
<p>A segmentação é uma ótima alternativa para conhecer o público e direcionar melhor as ofertas. Isso porque, quanto mais dividida estiver a abordagem, maiores serão as chances de obter resultados positivos. Nesse caso, o e-commerce se destaca pelo mercado de nicho.</p>
<h3>Defina um plano de ações</h3>
<p>Depois de definir os objetivos e levantar as informações relacionadas ao mercado e ao público, chegou a hora de criar um plano de ação para direcionar as tarefas da empresa. Por meio dele, é possível especificar detalhes essenciais como metas, prazos, acompanhamento e responsáveis pelos setores.</p>
<p>É no plano de ação que as estratégias são determinadas, como a escolha da plataforma de e-commerce e as ações de marketing digital. São elas as grandes responsáveis pelo andamento dos processos de modo eficiente.</p>
<h3>Faça um orçamento e levante os recursos necessários</h3>
<p>Outra etapa importante do planejamento estratégico é a realização do orçamento e o levantamento dos recursos necessários para colocar em prática a metodologia que ajudará a alcançar os objetivos desejados.</p>
<p>Os recursos vão desde as mercadorias para estoque até a contratação de mão de obra e o investimento em marketing. Por isso, é imprescindível defini-los para que você consiga colocar em ação o planejamento.</p>
<h3>Tenha um cronograma</h3>
<p>É praticamente impossível colocar um planejamento em prática sem estipular prazos bem definidos para cada uma das etapas.</p>
<p>Importante destacar que os <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/sazonalidade-de-vendas-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">períodos sazonais</a> e as datas comemorativas, como Dia das Mães, Dia dos Pais e Black Friday, são importantes no e-commerce e merecem uma atenção especial. Organizar possíveis divulgações e promoções para essas datas ajuda a aumentar as suas vendas.</p>
<h2>O que não pode faltar no planejamento do B2B</h2>
<p>Quando se trata do <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/b2b-comece-a-empreender/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">e-commerce B2B</a>, o planejamento e a escolha de tecnologias específicas para atender às necessidades da empresa são fundamentais para o sucesso da iniciativa.</p>
<p>Além de um bom produto, serviço e preços competitivos, talvez o <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/marketing-b2b-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">marketing digital</a> seja uma das melhores estratégias para se destacar no mercado B2B, já que ajuda a atrair leads para o site — que são os contatos de pessoas interessadas em um produto ou serviço. Marketing de conteúdo, redes sociais e links patrocinados são alguns exemplos de ferramentas que ajudam nesse processo.</p>
<p>Para suprir a necessidade de negociação que as empresas têm, o e-commerce B2B deve permitir a realização de cotações e o fechamento de orçamentos com preços diferentes dos valores que constam no catálogo.</p>
<p>Além disso, não se esqueça de realizar um bom gerenciamento de pedidos, visto que os clientes B2B fazem compras em grande quantidade e possuem prazos e exigências mais específicas que o consumidor final.</p>
<h2>Importância de definir métricas e indicadores</h2>
<p>De nada adianta fazer um bom planejamento estratégico e não acompanhar o cumprimento das metas por meio de métrica e indicadores. E, com a evolução das <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/plataforma-de-e-commerce-b2b-o-que-avaliar-para-escolher-a-ideal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">plataformas de e-commerce</a>, é possível ter controle de tudo o que está acontecendo na sua loja.</p>
<p>Definir métricas e indicadores e avaliar periodicamente como está o andamento das ações é uma das formas de saber se elas estão de acordo com o método. Lembre-se: essas métricas devem estar intimamente relacionadas aos objetivos iniciais.</p>
<p>Por fim, realizar um planejamento estratégico para loja virtual é fundamental para garantir o sucesso da sua empresa. Afinal, é por meio dele que o e-commerce B2B alcança resultados efetivos.</p>
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		<title>KPI de vendas de e-commerce B2B e B2C: entenda as diferenças agora</title>
		<link>https://conteudo.traycorp.com.br/kpi-de-vendas-b2b-b2c/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Augusto Carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 10:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de assinatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça as diferenças e semelhanças entre os KPIs de vendas do e-commerce B2B e B2C e quais métricas você deve dar mais atenção!</p>
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		<p>Para analisar o sucesso de uma estratégia, é necessário conseguir avaliar seus resultados com base em dados concretos. São os números que nos dirão, de forma objetiva, se devemos mudar ou manter a forma de implementar as ações. Nesse cenário, lidaremos com métricas e KPI de vendas, ou Key Performance Indicators.</p>
<p>Ainda que ambos meçam repercussões de alguma atividade, eles diferem em seus conceitos. Dessa forma, <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/metricas-para-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">métricas</a> se referem a informações mais brutas, como o número de visitantes em uma página. Já KPIs estão relacionados com metas específicas do seu negócio, apresentando informações de aspectos-chave do empreendimento.</p>
<p>Continue a leitura e saiba como aplicar os KPIs em e-commerce B2B e B2C.</p>
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<h2>KPI de vendas para e-commerces B2B e B2C</h2>
<p>Transações comerciais de empresas para empresas (B2B) e de empresas para clientes (B2C) se diferem em alguns aspectos.</p>
<p>No primeiro caso, o público-alvo é uma pessoa jurídica representada por um decisor. Este costuma ser mais decidido no momento da aquisição, por já saber o que está procurando, além de usar mais o lado racional e manter-se fiel por um longo tempo, fazendo compras recorrentes.</p>
<p>Já nas vendas B2C, o alvo da negociação é uma pessoa física, sendo o próprio consumidor final. Para comprar, usa bastante o lado emocional: a necessidade em um momento e o desejo por um produto. O tempo de fidelidade costuma ser menor do que no primeiro caso e ainda apresenta um ticket médio menor.</p>
<p>Nos dois modelos, é indispensável que haja análises de métricas, que serão usadas na análise de determinado comportamento do usuário, e KPIs, que estão relacionados com o atingimento de objetivos específicos.</p>
<p>Para definir os Key Performance Indicators, então, é preciso determinar o alvo que o e-commerce quer atingir. De forma geral, seguem diretrizes como:</p>
<ul>
<li>são mostrados por taxas e números;</li>
<li>têm a possibilidade de serem comparados em uma amostra de tempo;</li>
<li>indicam a quantidade de desempenho;</li>
<li>são específicos para cada meta.</li>
</ul>
<p>De modo geral, podem ser usados os mesmos KPIs para o e-commerce B2B e B2C. O que muda é que algumas métricas são mais ou menos importantes para cada tipo de negócio. Além disso, a abordagem de análise desses dados também pode variar. Confira!</p>
<h2>KPIs de B2B</h2>
<p>O modelo Business to Business costuma lidar com clientes fixos e muitas recompras. Apesar de serem mais decididos, esses compradores são mais criteriosos em suas avaliações e precisam de informações bastante completas.</p>
<h3>Taxa de retenção de clientes online</h3>
<p>Reter clientes deve ser um dos principais objetivos no B2B, já que o custo de aquisição deles costuma ser alto. Assim, é mais lucrativo a empresa conseguir conquistar alguns consumidores e mantê-los por um longo tempo do que investir com muita frequência em novos.</p>
<p>Além disso, o e-commerce B2B não costuma ser o único canal de vendas desse modelo. Assim, avaliar a taxa de retenção nesse meio ajuda a avaliar a experiência de compra oferecida e se ela atende às necessidades dos consumidores.</p>
<h3>Frequência de pedidos online</h3>
<p>Além da recorrência, é importante identificar qual é a frequência desses pedidos online. Essa é uma outra maneira de identificar se o canal de vendas virtual atende às demandas do cliente, se há em estoque a quantidade de itens esperada e se a experiência de compra é satisfatória.</p>
<h3>Ticket médio</h3>
<p>O ticket médio se refere à quantidade média que cada cliente gasta em um pedido.</p>
<p>Aumentar esse número tem um importante papel no faturamento mensal. Caso a taxa esteja muito baixa, pode significar que há algo de errado, como a falta de adequação do mix de produtos ou a necessidade de oferta de preços mais atrativos e negociações que estimulem compras maiores.</p>
<h3>Cliente por região</h3>
<p>No B2B, é comum haver a preocupação com uma distribuição capilar dos produtos, em que a região do cliente apresenta grande importância. No caso de vendas para outras empresas revendedoras, por exemplo, é preciso ter o cuidado para não haver canibalização entre os clientes da carteira.</p>
<p>Por isso, acompanhar essa métrica é importante para manter a organização das vendas de acordo com a estratégia da companhia.</p>
<h3>Origem do lead (geográfica)</h3>
<p>Outra métrica importante, nesse sentido, é a identificação de onde vêm os possíveis novos clientes. Essa é uma maneira de manter a distribuição equânime entre as diferentes regiões e para explorar novas oportunidades de mercados.</p>
<h2>KPIs de B2C</h2>
<p>No modelo Business to Consumer, também existem clientes leais, embora a recorrência de um mesmo pedido seja menor. As pessoas estão constantemente mudando seus hábitos de compras e buscando novos produtos para atender suas necessidades.</p>
<p>Assim, embora a fidelização seja importante, outros KPIs de vendas relacionados a conversões únicas merecem atenção especial.</p>
<h3>Taxa de conversão</h3>
<p>A taxa de conversão se refere a quantas pessoas expostas a uma estratégia cumpriram a ação esperada. Alguns exemplos são o número de vendas alcançadas a partir de uma campanha de marketing digital e a quantidade de visitantes do site que concluíram uma compra.</p>
<p>Seu resultado mostra o quão eficiente é a estratégia para que o consumidor execute a ação proposta. Um valor baixo indica a necessidade de fazer adequações para <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/growth-hacking-para-ecommerce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">otimizar os resultados</a> obtidos.</p>
<h3>Abandono de carrinho</h3>
<p>Essa métrica se refere ao <a href="http://conteudo.traycorp.com.br/conteudo/diminuir-taxa-de-abandono-de-carrinho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">abandono de uma compra</a> antes de ela ser finalizada. O consumidor adiciona os itens ao carrinho mas não preenche as informações de pagamento e nem confirma a transação.</p>
<p>É esperado que um certo percentual apareça, porém, se a loja verifica uma taxa alta, provavelmente, algo está influenciando essa falta de decisão, como o valor do frete alto ou poucas opções de formas de pagamento.</p>
<p>Esses são apenas alguns exemplos de indicadores que podem ser usados tanto para o B2B quanto para o B2C, havendo adequações de acordo com a estratégia e metas definidas.</p>
<h2>Vantagens de dominar tais conceitos</h2>
<p>Independentemente do modelo de negócio do comércio, é importante que o lojista entenda o conceito relacionado a KPI e os tipos existentes em cada um deles, pois é por meio dessa análise que ele saberá a efetividade dos planos delineados.</p>
<p>É importante também que esses indicadores sejam analisados conjuntamente, pois um resultado pode interferir no outro. Além disso, uma boa taxa em um não necessariamente significará que a loja terá total sucesso.</p>
<p>Entre os benefícios de usar KPIs na avaliação de sua estratégia, temos:</p>
<ul>
<li>analisar retorno do investimento;</li>
<li>medir a eficácia das ações adotadas;</li>
<li>conhecer o perfil de comportado do cliente;</li>
<li>ter oportunidades de implantar melhorias;</li>
<li>ter uma visão clara do quão perto o empreendimento está dos seus objetivos.</li>
</ul>
<p>Estar por dentro de KPI de vendas é primordial para se manter competitivo em um ambiente tão desafiador. Por tal motivo, o e-commerce que deseja sair na frente precisa voltar-se para os aspectos de controle e mensuração referentes a esses indicadores.</p>
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